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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

O Povo nas ruas põe medo em ministros do STF - que andam expelindo artigos na imprensa com ameaças indireta ao governo federal temendo medidas de urgência para acabar com a bagunça que estão fazendo com o Brasil

Nesta sexta-feira (12), o ministro Ricardo Lewandowski, do STF fez publicar artigo no jornal Folha de S.Paulo, falando em “tentações autoritárias” no Brasil no velho estilo da doutrina comunista: "Acuse-os do que você é". No texto, Lewandowski teme os riscos das “medidas de urgência” que Bolsonaro poderá tomar para pôr ordem nessa bagunça chamada Brasil.

Na sua desesperada missiva, Lewandowski tenta dizer como deve ser feita a intervenção que o povo clama nas ruas. Diz que o estado de calamidade pública, o de defesa e o de sítio devem sempre ser limitados no tempo e submetidos ao Congresso Nacional.

Em postagem desta data, este blog demonstrou que o Guardião da Constituição são as Forças Armadas (art. 142 da CF) destinadas unicamente “à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

Se todos ou a maioria desses poderes constitucionais se corrompem como aí estar, qual Poder terá que agir para evitar o caos?

Há dos poderes que podem agir para expulsar os integrantes dos poderes corruptos:

1º O POVO – aqui há um fator extremamente perigoso – os ofensores do povo não terão julgamento burocrático – sofrerão a fúria do momento.

2º AS FORÇAS ARMADAS – é a melhor opção para todos – elas impedem a barbárie e põe ordem na bagunça que se tornou o Brasil.

COMBINADOS?

Na quarta-feira (10) o ministro Edson Fachin, externou seu medo e preocupação com as eleições de 2022. A entrevista foi para a mesma Folha de S.Paulo. disse que a democracia no Brasil sofre ameaças. Só omitiu que essa ameaça é em decorrências de seus transloucados atos de imprimir perseguição à liberdade de expressão e acolher as ideologias de procedência da esquerda.

“Minha preocupação central, razão principal pela qual hoje estamos conversando, é a preocupação com as eleições de 2022 e a higidez do sistema eleitoral brasileiro. É preciso defender a democracia, proteger a democracia e proteger o sistema eleitoral brasileiro. Dentro dele como instrumento da democracia nós vamos sair da crise sem sair da democracia”, afirmou.

Para Fachin há alguns episódios que contribuem para sua preocupação. Entre eles, a remilitarização do governo civil, as intimidações de fechamento dos demais Poderes, as declarações acintosas de depreciação do valor do voto e palavras e ações que atenta contra a liberdade de imprensa.

“Em quinto lugar, incentivo às armas e por consequência a violência — o Brasil precisa de saúde e educação, não de violência nem de armas. Em sexto lugar, a recusa antecipada de resultado eleitoral adverso. Em sétimo lugar, revelando portanto que vivemos uma crise da democracia, e a corrupção da democracia é o arbítrio”, acrescentou.

Os ministros temem o povo armado porque "Povo armado jamais será escravizado".

Benjamin Franklin já dizia que “quando todas as armas forem de propriedade do governo, este decidirá de quem serão as outras propriedades”.
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