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domingo, 9 de agosto de 2020

INFÂMIAS DA GLOBO E DOS COMPARSAS DE CRIMES PROVOCA ONDA DE SOLIDARIEDADE AO PRESIDENTE

CONFIRA OS VERDADEIROS CULPADOS PELA ONDA DE MORTES AQUI

sábado, 8 de agosto de 2020

GLOBO e FOLHA - Os influenciadores para a grande quantidades de mortes pela COVID-19 botam a culpa em Bolsonaro

A grande quantidade de mortes pela COVID-19 no Brasil tem culpados públicos e notórios. São eles:
1 - A Rede Globo de Televisão e o Jornal Folha de São Paulo, que fizeram extensa campanha para que os contaminados não usassem Hidroxicloroquina - que ajuda a combater o vírus no estágio inicial da doença;
2 - O STF, que proibiu Bolsonaro de interferir nas transloucadas decisões dos Estados e Municípios que, com raras exceções preocuparam-se mais em desviar os recursos públicos destinados ao combate da pandemia - a maioria absoluta proibiram o uso da Hidroxicloroquina e mataram muito gente em entubações desleixadas, enquanto desviavam os recursos;
3 - O Congresso Nacional pelos seus representantes, que não moveram um dedo para interferir nessa bestialidade praticada pelos acusados acima.
Agora a mídia criminosa usam suas redações para deslocarem suas culpas para o presidente Jair Bolsonaro em sua escalada de ódio ao presidente que cortou as propinas e os ganhos fáceis que alimentava esse tipo de mídia.
SUAS TÁTICAS E HIPOCRISIAS JÁ SÃO CONHECIDAS PELA POPULAÇÃO BRASILEIRA.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

OPINIÃO: Recorrer ao STF quanto a crimes de seus ministros é PERDER TEMPO

Advogado comunica que apresentou NOTÍCIA-CRIME junto ao STF contra o Ministro Alexandre de Moraes por este ter cometido os crimes capitulados na Lei 13.869/19, que dispõe sobre os crimes de abuso de autoridade.

A prova do que alega o advogado é de conhecimento público, mas os do STF deram inicio a uma escalada de perseguir e eliminar a liberdade de expressão dos críticos de Direita no Brasil. Para isto podem até utilizar a lógica bíblica para seu infame propósito: "Se um reino estiver dividido contra si mesmo, não poderá subsistir (Marcos 3:24).

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Secretário de Saúde do MA diz não ter obrigação de informar contrato de repasse de dinheiro público para o Consórcio da Corrupção

O denominado Consórcio do Nordeste, composto por governadores dos partidos mais corruptos do Brasil foi criado para fazerem oposição às políticas públicas de Bolsonaro e agora se descobriu que é um consórcio da corrupção.

Num esquema de R$ 48,7 milhões com a empresa Hempcare, a aludida associação de governadores do Nordeste simularam compra de respiradores para combate à Covid-19, que não foram entregues.

O O Governo do Maranhão entrou no esquema com uma transferência de R$ 4,3 milhões ao Consórcio Nordeste para a suposta compra dos tais respiradores. 

Para ocultar a transação suspeita de corrupção, o governo do Maranhão não disponibilizou no Portal da Transparência a transferência dos recursos públicos , que deveria dar acesso aos dados administrativos e financeiros da gestão pública a qualquer contribuinte.

Agora o secretário estadual da Saúde do MA, Carlos Lula, disse na lata do TCE-MA (Tribunal de Contas do Estado do Maranhão)  que não tem a obrigação de informar ao TCE-MA os contratos assinados de repasse do dinheiro público à Associação dos governadores do Nordeste (Consórcio do Nordeste).

Sabe o que vai acontecer? provavelmente, nada!!

Vão fazer umas simulaçõezinhas para enganar  o iludido povo do Maranhão.
MAIS DINHEIRO E MAIS MISÉRIA PARA O MARANHÃO - POR AQUI A LÓGICA É INVERSA.

Ver também ... 
Ao TCE, Carlos Lula diz não ter obrigação de informar contratos com o Consórcio Nordeste

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

BOMBA!! Ação de Bolsonaro para restabelecer liberdade de expressão já tem armação para ser negada no STF – veja o que estão fazendo

   Em razão dos absurdos praticados pelo Ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro impetrou a Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 6494, que consiste no pedido aos ministros do STF que respondam aos brasileiros quatro perguntas:
  1ª – Por que as medidas de Alexandre de Moraes não observaram o art. 282, incisos I e II, do Código de Processo Penal?
  2ª - Por que Alexandre de Moraes distorceu as medidas cautelares diversas da prisão (do art. 319, incisos II e III, do Código de Processo Penal)?
  3ª – Com base em que Alexandre de Moraes atropelou os artigos 15, 19 e 22 da Lei nº 12.965/2014 – Lei de uso da Internet no Brasil?
  4ª – Para que serve os artigos 5º, incisos IV; IX; XIII; LIV e 53, caput, da Constituição Federal?
   A sanha (rancor, fúria, ira, desejo de vingança) de Alexandre de Moraes no Inquérito 4.781 – montado no STF tapou as vistas do ministro para a observância aos direitos fundamentais das liberdades de manifestação do pensamento, de expressão, de exercício do trabalho e do mandato parlamentar, além dos princípios da legalidade, do devido processo legal e da proporcionalidade. 
   Para abafar tamanha ilegalidade e atentado à democracia, a maioria de seus parceiros trataram de dar ar de legalidade ao malsinado inquérito, reconhecido pelo Ministro Marco Aurélio como “natimorto” – sem fundamento jurídico e atentatório aos princípios constitucionais.
AGORA ARMAÇÕES PARA INVALIDAR A ADI Nº 6494 DO PRESIDENTE BOLSONARO
  PRIMEIRA – A Ação de Bolsonaro não foi sorteada entre os ministros - estabeleceram a estranha prevenção de Edson Fachin – fazendo a conexão do Processo de Bolsonaro (ADI 6494) com uma de 2016 (ADI 5526) – nada a ver com a Ação de Bolsonaro, pois trata da aplicação dos artigos 312 e 319 do Código de Processo Penal a membros do Poder Legislativo. Tudo para dizer depois que a questão levantada por Bolsonaro já foi decidida pelo STF. 
 SEGUNDA - Ignoraram o art. 12 da Lei 9.868/1999 – Lei da ação direta de inconstitucionalidade (ADI), que estabelece que, em face da relevância da matéria e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica, o relator da ação direta de inconstitucionalidade submeta o processo em curto prazo diretamente ao Plenário do Tribunal.
   TERCEIRA – Dias Toffoli, quatro dias após a Ação de Bolsonaro, despachou dizendo que não era caso de urgência – O processo foi para as mãos de Fachin por prevenção. PASMEM! Na ADI 5526, Fachin invocou o art. 12 da Lei 9.868/1999 – Já na ação de Bolsonaro omitiu a aplicação desse dispositivo. 
  QUARTA – Ao notificar a Câmara, o Senado, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República para se manifestarem, Fachin condiciona as informações ao disposto no art. 26 da Lei 9.868/1999 e à decisão proferida pelo STF na ADI 5.526.
Dessa forma, Fachin induz a Câmara, o Senado, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República ao entendimento que a ação proposta por Bolsonaro é incabível por já ter o STF decidido que dispõe de autoridade própria para impor as medidas cautelares sobre os artigos 312 e 319 do Código de Processo Penal.
   Acontece que o decidido na ADI 5.526 foi tão somente sobre aplicação de medidas cautelares aos parlamentares em circunstancias de excepcional gravidade.
   FIQUEM DE OLHO – O INIMIGO É ASTUTO. AVISEI

terça-feira, 4 de agosto de 2020

BOLSONARO TERÁ VIDA CURTA SE NÃO ENXORTAR AS HIENAS QUE O ACUAM

EXCLUSIVO!! A Jurisprudência do STF negada aos apoiadores de Bolsonaro alvos de ataques de Moraes

A jurisprudência abaixo está registrada na Página 347 da Constituição Federal Comentada utilizada pelos ministros do STF em seus julgamentos:

"A prerrogativa jurídica da liberdade – que possui extração constitucional (CF, art. 5º, LXI e LXV) – não pode ser ofendida por atos arbitrários do poder público, mesmo que se trate de pessoa acusada da suposta prática de crime hediondo, eis que, até que sobrevenha sentença condenatória irrecorrível (CF, art. 5º, LVII), não se revela possível presumir a culpabilidade do réu, qualquer que seja a natureza da infração penal que lhe tenha sido imputada. O clamor público não constitui fator de legitimação da privação cautelar da liberdade. (...) A natureza da infração penal não pode restringir a aplicabilidade e a força normativa da regra inscrita no art. 5º, LXV, da CF, que dispõe, em caráter imperativo, que a prisão ilegal “será imediatamente relaxada” pela autoridade judiciária". [HC 80.379, rel. min. Celso de Mello, j. 18-12-2000, 2ª T, DJ de 25-5-2001.] = HC 96.577, rel. min. Celso de Mello, j. 10-2-2009, 2ª T, DJE de 19-3-2010 vide HC 103.399, rel. min. Ayres Britto, j. 22-6-2010, 1ª T, DJE de 20-8-2010
Para concretizar suas confabulações - residencias foram invadidas, críticos de suas posturas vergonhosas foram presos e intimidados e liberdade de expressão cassada. Mas perante à sociedade se apresentam mascarados como arautos da Justiça.