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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

O jornalismo digital está virando um quebra-cabeças editorial


A maioria dos jornalistas e executivos da imprensa contemporânea tem uma grande dificuldade em entender o jornalismo digital como um desafiador e complexo quebra-cabeças. Ainda é muito forte a cultura profissional baseada num jornalismo linear e sequencial. Até muito recentemente, os profissionais só se preocupavam com o veículo onde trabalhavam. Cada empresa fazia questão de atuar de forma autônoma e autossuficiente em matéria noticiosa. Isso era consequência de uma tecnologia ultrapassada que impedia a diversificação dos formatos possíveis na apresentação das informações.
POR CARLOS CASTILHO
Hoje, o jornalismo tende a ser praticado num conjunto de plataformas integradas, onde o sucesso de uma depende do êxito das demais. As novas tecnologias de informação e comunicação geraram uma violenta concorrência pela atenção dos usuários, o que está levando as empresas e jornalistas autônomos a explorar todas as possibilidades digitais para atrair diferentes segmentos do público.
A narrativa jornalística, antes submetida a uma camisa de força pelas limitações das tecnologias disponíveis, hoje pode assumir diferentes formatos visuais e auditivos, além de diversificar abordagens e buscar, a todo custo, uma interação com leitores, ouvintes e telespectadores. Alguns projetos jornalísticos já exploram inclusive a apresentação de dados, fatos, eventos e processos políticos ou econômicos num formato de jogos online. É a tal da “gameficação” da notícia.
O jornalista também deixou de ser a referência exclusiva em matéria de desenvolvimento de narrativas. Hoje, ele está condicionado por novos atores no processo informativo, como os programadores, gerentes de engajamento, gerentes de redes sociais, gerentes de sustentabilidade, produtores de multimídia e outros. Todos esses atores, de forma direta ou indireta, passaram a interferir no desenvolvimento de uma narrativa jornalística, limitando o papel do velho repórter ou editor.
Os hábitos antigos não desaparecem da noite para o dia. A velha cultura jornalística tentou, e ainda tenta, incorporar à estrutura tradicional as novas possibilidades informativas criadas pela era digital. É como tentar colocar um motor turbo elétrico num Fusca. Pode até funcionar, mas haverá um enorme desperdício de dinheiro e perda de eficiência.
Mas, no jornalismo, a herança da era analógica levou muita gente a apostar na integração da cultura de plataformas como Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e WhatsApp no site de jornais, revistas, telejornais e emissoras de rádio. O objetivo era levar o público do Facebook para dentro dos jornais, mas a iniciativa fracassou.
Cada macaco no seu galho
Muitos jornais acharam, por volta de 2010, que se incorporassem o Facebook, ou outra rede social, à sua plataforma de publicação de notícias, isso aumentaria o fluxo de visitantes. Partia-se do pressuposto que uma pessoa, depois de ler as manchetes, poderia entrar numa rede para contatar amigos e conhecidos, sem sair da plataforma. Só que o esquema não funcionou porque as partes envolvidas estavam mais interessadas em roubar leitores uma da outra do que numa cooperação editorial. Além disso, a questão financeira e a divisão do faturamento publicitário sempre dividiu mais do que uniu os parceiros.
Uma década mais tarde, pesquisadores acadêmicos e programadores digitais começam a testar modelos de integração editorial online priorizando a diversificação na abordagem da notícia, em vez de dar mais importância ao relacionamento entre empresas. A preocupação central passou a ser a busca do máximo envolvimento do público com a notícia, usando formatos diferenciados como manchete, texto explicativo, análise, vídeos, tabelas e animações.
Dando um exemplo concreto. As características da plataforma Twitter a tornam especialmente apta para publicar manchetes (títulos) de notícias de forma impactante, rápida e sintética. Já o Facebook oferece mais espaço para detalhamento sumário da informação e a possibilidade da interação entre leitores de uma mesma notícia. Caso as páginas do jornal, revista, rádio ou TV no Twitter ou Facebook tenham despertado o interesse do leitor, ele poderá satisfazer sua curiosidade por mais detalhes como banco de dados, infográficos e realidade virtual na página web do veículo jornalístico acessado.
A pirâmide invertida
O esquema sumário descrito acima já indica que a produção de uma notícia jornalística tende a ser, cada vez mais, uma operação complexa, porque os editores terão que pensá-la segundo as especificidades de diferentes plataformas. Não se trata mais de produzir um texto e republicá-lo igual em diferentes plataformas, como ainda se faz em muitos jornais e revistas, onde a notícia é produzida para a versão impressa e depois copiada para a web.
Para produzir notícias e disputar a atenção do público, os editores de um projeto jornalístico terão que montar uma página web, criar uma conta no Twitter, ter um espaço no Facebook e no YouTube, por exemplo. A notícia será distribuída entre plataformas, em versões diferentes, para aproveitar as vantagens específicas de cada uma delas. Essa diversificação na apresentação da notícia acaba com a hegemonia da teoria da chamada “pirâmide invertida”, uma expressão jornalística usada para expressar a preocupação de começar sempre uma notícia com aquilo que o redator considera mais importante, inédito, curioso ou paradoxal.
Assim, o exercício do jornalismo na era digital tende a ser cada vez mais complexo, porque as notícias estão deixando de ser lineares, tipo começo, meio e fim. Em breve, você vai pular do Twitter para o Facebook, para o Youtube ou uma página web quando estiver interessado num mesmo assunto. Se, por um lado, a complexidade vai exigir dos jornalistas muito mais preparo técnico, sensibilidade social e capacidade de relacionar informações, por outro, o resultado do trabalho dos profissionais envolvidos na produção de uma notícia terá a capacidade de gerar um envolvimento dos leitores com o tema abordado numa intensidade muito maior do que na era do papel. A maioria das pessoas ainda não se deu conta dessa mudança revolucionária, mas é o que já está começando a acontecer.
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Carlos Castilho é jornalista profissional, graduado em mídias eletrônicas, com mestrado e doutorado em Jornalismo Digital e pós-doutorado em Jornalismo Local.
FONTE:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/novas-tecnologias/o-jornalismo-digital-esta-virando-um-quebra-cabecas-editorial/

OS PASSOS DE BOLSONARO E AS 💣MINAS💣 DA ESQUERDA

“MINHAS TROPAS ESTÃO NA RUA!”: O cenário Esquerda X Direita aponta para um desfecho semelhante ao de 1964 – Confira o passo a passo.

Bolsonaro recebeu a Nação com sua estrutura totalmente dominada pela Esquerda, que estrategicamente alocou suas tropas comunistas nas estruturas dos ministérios, nas estatais, nas fundações, nas empresas públicas e nas universidades federais (transportadas em puteiros e bocas de fumo, com raras exceções). Ou seja, a esquerda capitaneada pelo PT aparelhou o Brasil a seu gosto e tempero. 

Sem contar com o aparelhamento do Judiciário, com a cooptação de ministros nos tribunais superiores. Quando chegou a hora de pagar a conta para esquerda tiveram que votarem a soltura do Lula na cara dura. Também soltaram o Lula por que achavam que ele tinha a capacidade de barrar Bolsonaro – O cortador de propinas. 

O Legislativo, também com raras exceções, se transformou num covil e alcateia juntos - ladrões e lobos devoradores esticam seus braços e pernas em suas ações de interesses escusos, voltados unicamente para seus fundõe$ e emenda$ - recursos esses articulados e distribuídos às suas quadrilhas nos estados e municípios, onde esses recursos são desviados em simulações de obras e supostos serviços públicos. 

Com essa nua e crua realidade foi que Bolsonaro recebeu o comando deste País e precisou, passo a passo, traçar sua estratégia de combate a essa Pornocracia que se torno o Brasil por ato da esquerda. 

Eis os passos que Bolsonaro tem dado para desarmar essas bombas mortais da esquerda: 

- Escolheu ministros arrojados para uma missão de guerra; 

- Encarou de frente o principal escudo 🛡 de defesa da anarquia, da corrupção e da destruição por completo dos valores éticos, morais e de família – Esse escudo que Bolsonaro teve que enfrentar chama-se Grande Imprensa – No dia a dia ele tem travado batalhas. O presidente ainda não sucumbiu por que uma legião de soldados que ainda amam o Brasil vem sempre em seu socorro pelas trincheiras das redes sociais. 

- O segundo inimigo a ser encarado foi o TODO PODEROSO CONGRESSO NACIONAL (Senado e Câmara dos Deputados). Bolsonaro cortou a menina dos olhos dos deputados e senadores. Nome dela era Propina para votar projetos de interesse do governo. A reação foi chantagear Bolsonaro com a ameaça de não aprovação da previdência – Bolsonaro avisou que em alguns meses a Previdência quebraria e jogou o problema para o colo dos chantagistas e propineiros do Congresso; 

- Outro grande inimigo do Brasil que Bolsonaro enfrentou foi os esquemas da esquerda com ONGs nacionais e internacionais que estavam surrupiando as riquezas da Amazônia Brasileira sob o pretexto de conservação do meio ambiente. O presidente desmascarou a todos. Estes com raiva tocaram fogo 🔥 na floresta e alegaram que foi Bolsonaro. Usaram uma alienadinha para desgraçar com o Brasil no contexto internacional. 

- Com o projeto “Mais Brasil, menos Brasília”, Bolsonaro e Paulo Guedes decidiram descentralizar os recursos e repassar de 65% a 70% do orçamento aos estados e municípios e que a União conseguiria sobreviver com os 30% restantes. Quando Paulo Guedes falou isso, deputados e Senadores brilhavam os olhos. 

- Só que Bolsonaro baixou o Decreto nº 10.024/2019, obrigando Estados e municípios a fazerem pregão eletrônico para poderem gastar dinheiro repassado pela União. E colocou Sergio Moro para acompanhar o rastro do dinheiro que for repassado para prefeitos e governadores. Sergio Moro, por sua vez já criou um canal para receber denúncias contra corruptos dos estados e municípios. 

- Depois dessas medidas, deputados e senadores que pertencem ao quadrilhão da corrupção engrossaram as chantagens à Bolsonaro e sua equipe, com ameaças diretas, inclusive com promessas de impeachments de ministros e até do Bolsonaro. O presidente então, está nomeando generais para ministérios visando proteger o país quando do confronto que se avizinha. 

E esquerda quer é guerra, no sentido literal do termo. A todo instante proferem horrores contra o presidente, sua esposa, seus filhos. 

Acusam ao vivo e em cores o presidente de ser autor de assassinatos de pessoas e de comandar grupo de milicianos. Até sua esposa é acusada de integrar quadrilha de milicianos. 

Disparem mensagens dizendo que seus filhos, usando máscaras participam de execuções de pessoas pelo Brasil a fora. 

Todo isso apontam para consequências que a história contará, pois uma guerra digital entre esquerda e direita está travada, e ouso afirmar que ela sairá das telas dos celulares para as vias de fato nas ruas. No D, a história se repetirá. 

No dia chegará a seguinte mensagem nos grupos de WhatsApp: “Minhas tropas estão na rua!”. 

Será um Mourão dizendo BASTA!! de anarquia e pornocracia. 

O Mourão de 1964 respondeu ao um telefonema de presidente da república: 

General Castelo Branco: “não faça isso, pois não é a hora” 

General Olympio Mourão: “Castelo, eu vou sair e sabe o que eu penso de você? Você é um medroso!”. 

O General Olympio Mourão defendia a democracia, mas teve que agir na hora certa. 

Confira mais no link: ‘http://bit.ly/2V8uxjf’.

"Você é um medroso!" É o que os generais têm dito nos bastidores referindo-se a falta de reação de Bolsonaro às acusações de que ele integra grupo de assassinos de pessoas pelo Brasil a fora, inclusive está denunciado no exterior por esta matando índios todas as semanas.

Bolsonaro não pode esquecer que foi enviado como ovelha ao meio de lobos e a recomendação de Jesus:

"Quando o valente guarda, armado, a sua casa, em segurança está tudo quanto tem. Mas, sobrevindo outro mais valente do que ele e vencendo-o, tira-lhe toda a armadura em que confiava e reparte os seus despojos. Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha". (Lucas 11:21-23).

E aí! Você é um medroso, Bolsonaro?


Eduardo Barbosa filia-se ao Patriota 51

O pré-candidato a vereador por São Luis, Eduardo Barbosa, conhecido militante do Bairro Coroadinho filiou-se ao patriota 51 em encontro com o presidente do patriota Júnior Marreca, que acertou sua ida para o partido. Segundo ele o partido tem um bom grupo de pré candidatos e o presidente Junior Marreca, assim como o dep. Federal Marreca Filho, darão todo apoio aos pré-candidatos do patriota para disputa de uma vaga na Câmara Municipal de São Luís, em 2020.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

SENADOR COMUNISTA DO PDT TENTA ATROPELAR POLICIAIS COM TRATOR E LEVA BALA

QUASE VAI PARA OS BRAÇOS DO CAPETA

💀"ELE TEM QUE MORRER"💀: É o desejo da Grande imprensa, de parte do Congresso, da Esquerda e de todos os demônios que circundam esse gente😈😈

MAS ELE REAGE: 😱"NÃO DAREI O FURO!!"😱
Um dia depois de dizer que jornalista queria um furo contra ele, Bolsonaro evita repórteres e volta a atacar imprensa. O presidente classificou a imprensa como "partido político à esquerda do PT".

É fato que a imprensa esquerdista esta com olhos em sangue e babando de ódio de Bolsonaro.

E os partidos de esquerda, juntamente com as quadrilhas que os compõem estão tramando para fulminar contra Bolsonaro.

Só esquecem de quatro coisas: 

1 - Ele tem Deus;
2 - Pelo menos metade da população;
3 - As Forças Armadas para protegê-lo;
4 - A força da maioria absoluta dos cristãos .

Se os três últimos falharem, o primeiro não falha.

Não dê o furo Bolsonaro, como fez Lula quando ameaçado de impeachment pelo PMDB e pelo PSDB . 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

ELEIÇÕES 2020: Atenção Pré-candidatos!!! De olho nas regras

15 de maio - sexta-feira - Data a partir da qual é facultada aos pré-candidatos a arrecadação prévia de recursos na modalidade de financiamento coletivo, ficando a liberação de recursos por parte das entidades arrecadadoras condicionada ao cumprimento, pelo candidato, do registro de sua candidatura, da obtenção do CNPJ e da abertura de conta bancária (Lei n° 9.504/1997, art. 22-A, § 3º)

30 de junho - terça-feira - Data a partir da qual é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato (Lei n° 9.504/1997, art. 45, § 1º)

4 de julho - sábado (3 meses antes) - Data a partir da qual é vedado a qualquer candidato comparecer a inaugurações de obras públicas (Lei n° 9.504/1997, art. 77)

20 de julho - segunda-feira - Data a partir da qual, até 5 de agosto de 2020, é permitida a realização de convenções destinadas a deliberar sobre coligações e a escolher candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador (Lei n° 9.504/1997, art. 80 , caput)

20 de julho - segunda-feira - Data a partir da qual é assegurado o exercício do direito de resposta ao candidato, ao partido político ou à coligação atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social (Lei n° 9.504/1997, art. 58, caput)

16 de agosto – domingo - Data a partir da qual será permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet (Lei n° 9.504/1997, arts. 36, caput, e 57-A)

16 de agosto – domingo - Data a partir da qual, até as 22h (vinte e duas horas) do dia 3 de outubro de 2020, poderá haver distribuição de material gráfico, caminhada, carreata ou passeata, acompanhadas ou não por carro de som ou minitrio (Lei n°9.504/1997, art. 39, §§ 9º e 11).

ATENÇÃO BLOGUEIROS!! - ENQUETES SÓ ATÉ 14/08/2020

15 de agosto – sábado - Data a partir da qual não será permitida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral (Lei n° 9.504/1997, art. 33 § 5º, c.c. o art. 36).

Resolução nº 23.600/2019

Art. 23. É vedada, a partir da data prevista no caput do art. 36 da Lei nº 9.504/1997, a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral.

§ 1º Entende-se por enquete ou sondagem o levantamento de opiniões sem plano amostral, que dependa da participação espontânea do interessado, e que não utilize método científico para sua realização, quando apresentados resultados que possibilitem ao eleitor inferir a ordem dos candidatos na disputa.

§ 2º A partir da data prevista no caput deste artigo, cabe o exercício do poder de polícia contra a divulgação de enquetes, com a expedição de ordem para que seja removida, sob pena de crime de desobediência.