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terça-feira, 8 de setembro de 2020

CLAMOR NO ANIVERSÁRIO DE SÃO LUÍS - "Ó minha cidade Deixa-me viver"


Hino da Cidade de São Luis - Capital do Maranhão - Letra por Bandeira Tribuzzi - Melodia por Bandeira Tribuzzi Ó minha cidade Deixa-me viver que eu quero aprender tua poesia sol e maresia lendas e mistérios luar das serestas e o azul de teus dias Quero ouvir à noite tambores do Congo gemendo e cantando dores e saudades A evocar martírios lágrimas, açoites que floriram claros sóis da liberdade Quero ler nas ruas fontes, cantarias torres e mirantes igrejas, sobrados nas lentas ladeiras que sobem angústias sonhos do futuro glórias do passado

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

PAÇO DO LUMIAR: Apoiadores de Fred Campos lotam Convenção que oficializou seu nome de candidatos a vereador

Na noite desta segunda-feira (07) a coligação "Coragem pra Mudar", formada pelos partidos PL, PDT, Avante, Patriota, Republicanos, PSD, DEM, PP, PMB, PTC e Cidadania, realizou Convenção Municipal na Quadra do IESF, no Maiobão, onde foram definidas oficialmente a candidatura de Fred Campos e Tiago Carneiro, respectivamente aos cargos de prefeito e vice de Paço do Lumiar nas  nas eleições 2020. Também foram oficializadas 231 candidaturas para vereador, distribuídas entre os 11 partidos que apoiam a candidatura majoritária de Fred Campos.

O evento contou com a presença e apoio de Josemar do Maranhãozinho, dos Secretários de Governo Catolé Junior, Felipe Camarão, Márcio Honaiser, dentre outras lideranças políticas luminenses. 

Reforça a candidatura de Fred Campos, o apoio de vários vereadores de mandato, dentre eles o vereador Fernando Muniz (atual presidente da Câmara Municipal) e o vereador Leonardo Bruno.

Apoiadores de Fred Campos e dos candidatos a vereadores que o acompanham lotaram o espaço reservado para convenção (Veja vídeo abaixo). Lotaram os limites da quadra, além de grande espaço externo a esta. A organização do evento não descuidou dos procedimentos da Vigilância de Saúde, exigindo na entrada do evento, o uso de máscaras e higienização com álcool em gel.
Registro feito antes da chegada de Fred Campos e de seu vice Tiago Carneiro

Abaixo depois da chegada da comitiva partidária de dos candidatos à majoritária.
Deputados Estaduais e Federais presentes no apoio

domingo, 6 de setembro de 2020

DEU RUIM: Paula Azevedo se junta com Inaldo e perde pontos nas intenções de votos

Estratégias políticas de sucesso são para poucos. Um passo errado estraga tudo. É o que diz a leitura des bastidores em Paço do Lumiar.
Além de não conseguir transferir a intenção de voto de seus apoiadores, Inaldo Pereira perdeu o que tinha. 

A atual prefeita, Paula Azevedo vinha pontuando até bem  nas pesquisas de intenções de votos. Numa pesquisa antes dela se juntar com Inaldo Pereira, Paula pontuava em segunda posição, com 14,7% (Pesquisa Datailha de 08 e 09/08/2020).

Ao se juntar com Inaldo Pereira, em uma negociação obscura, Paula Azevedo está perdendo intenções de votos. Em recente pesquisa da Data M (de 25 e 26/08/2020), a atual prefeita de Paço do Lumiar consta com apenas 12%. Para não ficar muito feio fizeram uma manipulação dos dados, descendo também a performance eleitoral de Fred Campos, que em qualquer pesquisa pontua entre 30 a 35%.

DOIS PASSOS ERRADOS - DUAS CONSEQUÊNCIAS

Inaldo pereira gozou por algum tempo das intenções de votos de boa parte dos luminenses - aqueles cidadãos que queriam mudanças nas mesmice política de Paço do Lumiar. Ao comercializar a confiança que muitos tinham ao seu nome, Inaldo Pereira enterrou seu projeto e perdeu as considerações que tinham ao seu nome. Triste fim para o que empunhara a bandeira de novos tempos para Paço do Lumiar.

Na mesma onda navega Paula Azevedo, que em apenas poucos dias de gestão mergulhou em irregularidades e danos aos cofres de  Paço, num esquema com comparsas do PC do B (CONFIRA ...). O pé atrás dos luminenses em relação ao seu nome fica evidente, com sua política do É NÓS (ela e o PC do B) para viabilizar projetos fora de Paço do Lumiar, o que representa um desastre às vistas de qualquer cidadão luminense que esteja acompanhando os bastidores da gestão atual de Paula Azevedo.

Por outro lado, Fred Campos, que vem pontuando bem e agregando forças partidárias e de lideranças, precisa deixar claro suas propostas  e as políticas públicas que nomeou para Paço do Lumiar. Talvez assim consiga conquistar os que, decepcionados, abandonaram Inaldo Pereira e Paula Azevedo.

O jogo político em Paço do Lumiar é complexo. No encalço de Fred Campos e Paula Azevedo tem outros pré-candidatos no páreo - Francisco Neto, Professora Carla Maria, Edinaldo Moura e Guimarães, que somam em torno de 10% das intenções de votos.

sábado, 5 de setembro de 2020

OCILÉIA amplia vantagem na Raposa

A começar por dezenas de pré-candidatos ao cargo de vereador, incluindo grandes lideranças locais e políticos de peso estadual e nacional, a pré-candidatura de Ociléia Fernandes para prefeita da Raposa ganha corpo e já a coloca no topo das pesquisas de intenções de votos.

Em evento nesta semana, Ociléia conseguiu grande participação popular na apresentação de proposta para alavancar o Município de Raposa.
Matutino ludovicense destaca crescimento de Ociléia

A polarização eleitoral se dará entre Ociléia e Eudes Barros (que figura como candidato laranja de um grupo que suga Raposa há anos). Vem aí o resultado de pesquisas eleitorais.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Roberto Rocha e Braide dançaram - o que fizeram com Wellington do Curso - terão a vingança das urnas

Em política, um passo errado pode estragar planos e projetos sonhados há tempos. 

Wellington do Curso atribui a Braide a armação para lhe tirar da disputa
A atitude dos dirigentes do PSDB (dos Rochas) de retirar a candidatura do deputado estadual Wellington do Curso para apoiar o deputado federal Eduardo Braide, explodiu dois projetos a um só tempo: O projeto de Eduardo Braide, que era considerado imbatível, inclusive pontuando no topo de todas pesquisas eleitorais; e o projeto de Roberto Rocha, que planejava alçar voos nas eleições de 2020 e 2022 - dançaram.

A jactância dos Rochas e de Braide já está sendo considerada pelo eleitorado maranhense como uma sórdida traição - o que trará consequências nas urnas.

Eduardo Braide, que estava pontuando tão bem nas pesquisas eleitorais, agora cairá de posição e perderá as eleições.

Já Wellington do Curso saiu de vítima e está recebendo a solidariedade de outros políticos e dos eleitores. Agora será decisivo na candidatura que apoiar.

Em política, a vaidade, o orgulho e arrogância são fatais. Fica o registro para o futuro.

Deputada Federal de São Paulo denunciará Flávio Dino por falcatruas porque os deputados do MA são vendidos



quarta-feira, 2 de setembro de 2020

STJ confirma afastamento do governador do RJ

Amigos de crimes
​​Por maioria, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou o afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), pelo período de 180 dias. A medida foi determinada na sexta-feira (28) pelo relator do inquérito, ministro Benedito Gonçalves.
Quatorze ministros – incluindo o presidente do STJ, Humberto Martins – votaram para corroborar a decisão do relator. O ministro Sérgio Kukina acompanhou em maior extensão, pois acolheu integralmente o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para deferir também o pedido de prisão preventiva do governador. O ministro Napoleão Nunes Maia Filho votou contra o afastamento de Wilson Witzel – medida que, em sua visão, deveria ser discutida pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Para o colegiado, o afastamento cautelar do governador é necessário para a continuidade das investigações. Os ministros entenderam que a medida é cabível e está suficientemente motivada para a garantia de ordem pública e da instrução criminal. Avaliaram, também, que não houve excesso na atuação individual do ministro relator, pois a decisão foi imediatamente submetida ao órgão de maior representatividade no tribunal: a Corte Especial.
Witzel, empresários e outros agentes públicos são alvos da Operação Tris in Idem, que apura irregularidades na contratação de hospitais de campanha, compra de respiradores e medicamentos para o combate à Covid-19.

Transmissão a​​o vivo

Antes de apresentar seu voto, o ministro Benedito Gonçalves rejeitou um pedido da defesa para que fosse interrompida a transmissão do julgamento – que se deu por videoconferência – no canal do STJ no YouTube. Ele observou que, não fossem as medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus, a sessão de julgamento seria pública e presencial; por isso, não havia razão para suspender a transmissão. "O YouTube é apenas uma ferramenta tecnológica", comentou o ministro.
Benedito Gonçalves justificou a decisão monocrática de afastamento com base em regras do Código de Processo Penal e do Regimento Interno do STJ. Segundo o ministro, situações excepcionais justificam a decisão cautelar do relator para posterior deliberação do colegiado.
Ele lembrou que deferiu parcialmente o pedido do MPF, pois rejeitou a prisão preventiva de Wilson Witzel. O ministro disse que a delação premiada que auxiliou nas investigações continua sigilosa, e o acesso a ela foi permitido apenas aos denunciados.
A Corte Especial também seguiu o entendimento do ministro nas medidas decretadas em relação aos outros investigados.

Divergên​​cia

Ao apresentar seu voto divergente da posição da maioria, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho afirmou que o afastamento cautelar configura uma forma de "cassação indireta" do mandato popular conferido por quase cinco milhões de fluminenses a Wilson Witzel.
Além disso – acrescentou –, a falta de sustentação oral pelos advogados e a existência de documentos sigilosos prejudicam a defesa do acusado. "Como a defesa pode desconstituir os indícios coletados pela atividade policial, se não tem acesso a eles?", indagou.
Para o magistrado, o julgamento de uma cautelar criminal, sem a possibilidade de sustentação oral, não combina com o conceito de ampla defesa. Se o afastamento fosse apreciado após o recebimento da denúncia – afirmou –, haveria a oportunidade de defesa, porque os advogados poderiam se manifestar da tribuna.
De todo modo, segundo ele, do ponto de vista político, os deputados estaduais do Rio de Janeiro é que deveriam assumir o encargo e a responsabilidade de afastar o governador, porque "são detentores de investidura popular".

Com o re​​lator

Em seu voto, o ministro Francisco Falcão destacou a gravidade dos fatos, inclusive com relatos de pagamentos em dinheiro vivo, e disse que o cenário narrado pelo MPF justificou o afastamento do governador. "Impossível continuar exercendo esse cargo diante dos fatos narrados", concluiu Falcão.
Para a ministra Laurita Vaz, o afastamento foi devidamente motivado, e a medida é necessária para a garantia da ordem pública. "Há fortes evidências do cometimento de crimes gravíssimos, envolvendo, em primeiro plano, supostamente o governador Witzel e a primeira-dama – que, na condição de advogada, teria recebido de agosto de 2019 a maio de 2020 mais de meio milhão de reais em repasses ilícitos de empresas ligadas à prestação de serviços hospitalares", comentou.
O ministro Og Fernandes mencionou que o relator teve muito cuidado ao analisar o caso e determinar o afastamento. Ele ponderou que, se a medida não se mostrar mais necessária antes do fim do prazo de 180 dias, a Corte Especial poderá reanalisar o assunto para, eventualmente, suspendê-la.
O ministro Luis Felipe Salomão considerou que a divergência manifestada pelo ministro Napoleão Nunes Maia Filho é importante para a reflexão do colegiado, mas acompanhou o voto do relator e também elogiou o cuidado do ministro Benedito Gonçalves na análise do caso.
Na avaliação do ministro Marco Buzzi, as medidas cautelares adotadas pelo relator são adequadas aos indícios de participação delitiva de cada um dos investigados, inclusive em relação aos que tiveram a prisão provisória decretada.

Sem re​​paros

Último a votar, o ministro Humberto Martins também acompanhou o entendimento de Benedito Gonçalves. "A decisão do relator não merece qualquer reparo ou qualquer acréscimo, pois foi baseada nos fatos apontados nos autos e fundamentada com embasamento técnico e jurídico", declarou.
Para Martins – que, como presidente do tribunal, também preside as sessões da Corte Especial –, em juízo de cognição sumária, existem indícios suficientes de autoria e materialidade para a decretação do afastamento do governador. "Nessas condições, acompanho integralmente o voto do relator, mantendo em todos os termos o afastamento", concluiu.