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sexta-feira, 12 de julho de 2019

As provas de R$ 1 milhão dos recursos da União para bancar o "Lula Livre" - gastos com mortadela e pão



Documentos obtidos por ISTOÉ comprovam que a mobilização petista iniciada em abril do ano passado em favor da libertação de Lula é paga com recursos do Fundo Partidário. Valores podem chegar a R$ 1 milhão.

O PT sempre cantarolou que o movimento “Lula Livre” era uma iniciativa intrinsecamente popular — bancada pelo militante abnegado ou no máximo pelos cofres de sindicatos devotos ao petismo — visando pressionar o Poder Judiciário a libertar o ex-presidente Lula, que cumpre pena por corrupção desde abril do ano passado, na sede da Polícia Federal em Curitiba. Contudo, documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o movimento dificilmente ficaria em pé e sua voz ecoaria Brasil afora se não houvesse farta utilização de recursos públicos. Prestações de contas da Executiva Nacional petista ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o montante destinado ao partido pelo Fundo Partidário comprovam que o PT usou dinheiro da União — ou seja, público — na compra de passagens aéreas, diárias de hotéis e alimentação para os petistas irem a Curitiba pedir a soltura do ex-presidente, no pagamento de locação de veículos, no aluguel de salas para reuniões e, até mesmo, no custeio do trabalho de seguranças privados em atos registrados em favor do “Lula Livre”. Em especial, no acampamento erguido próximo à sede da PF de Curitiba.

Do bolso do petista que ostentava estrelinha no peito e faixa rubra na cabeça saiu muito pouco ou quase nada. Já do Fundo Partidário (uma verba pública) foi utilizado em 2018 quase R$ 1 milhão. Independentemente do valor, o importante é que princípio da lei que rege a utilização do recurso público foi quebrado. Advogados eleitorais ouvidos por ISTOÉ afirmam que o partido contrariou frontalmente o que determina a Lei 9.096/95 (Lei dos Partidos Políticos), já que o Fundo Partidário destina-se a sustentar as atividades de organização meramente partidárias, não iniciativas de promoção pessoal de seus filiados, como se verifica clara, expressa e indiscutivelmente no movimento pela libertação do ex-presidente.

A farra das passagens

As planilhas às quais ISTOÉ teve acesso somam aproximadamente 10 mil páginas. Elas revelam que a legenda bancou com a verba despesas de boa parte de seus dirigentes para que eles estivessem presentes em São Bernardo do Campo durante o ato de resistência à prisão de Lula, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entre os dias 6 e 7 de abril de 2018, ou nos dias seguintes em Curitiba, para onde o petista foi levado preso. Os gastos se estenderam a eventos que pediam a libertação do petista nos meses de maio e começo de junho. Muitas das viagens de parlamentares do PT a Curitiba para visitar Lula na cadeia, como as dos senadores Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, também foram custeadas pela União. Do mesmo modo que as despesas com deslocamentos de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, e da ex-presidente Dilma Rousseff, entraram na cota do dinheiro meu, seu e nosso. Um verdadeiro acinte, para dizer o mínimo.

Os maiores gastos, sem dúvida alguma, foram com passagens aéreas para esses militantes e dirigentes. No período de abril a junho, quando o movimento “Lula Livre” se intensificou e ganhou capilaridade , o partido torrou em torno de R$ 230 mil só com as viagens. Entre os beneficiados pelas passagens aéreas estavam, além da ex-presidente Dilma Rousseff, e do ex-prefeito e candidato a presidente derrotado Fernando Haddad, o ex-presidente da executiva estadual do PT em São Paulo, Emídio de Souza. O Fundo Partidário petista foi generoso ainda com integrantes de executivas estaduais, como da Bahia e Maranhão.

Não houve pudores no gasto com a verba do contribuinte. Por exemplo, para que ela pudesse acompanhar o ato de resistência à prisão de Lula nos dias 6 e 7 de abril, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, na época senadora, não coçou o bolso. Preferiu, claro, ter despesas pagas no Novotel Jaraguá em São Paulo com recursos extraídos pelo PT do fundo público. Na farra com dinheiro da União, outra figura carimbada do PT não poderia faltar: trata-se do sempre histriônico Lindbergh Faria. Para o hoje “Youtuber”, a hospedagem no Astron Saint Moritz, de São Bernardo do Campo, foi inteiramente quitada pelos cofres públicos. “A utilização de recursos do fundo partidário para a promoção pessoal de um de seus filiados, não se enquadra nas premissas legais estabelecidas no Artigo 44 da Lei dos Partidos Políticos. Assim, ao utilizar-se de recursos públicos, provenientes do fundo partidário, para a promoção de filiado, o partido pode ser obrigado a ressarcir a União”, afirma o advogado especialista em Direito Eleitoral, Francisco Emerenciano
Advogados consultados por ISTOÉ afirmam que o PT contrariou o que determina a Lei dos Partidos Políticos

No caso específico de Dilma Rousseff, o PT pagou com recurso público suas passagens de Porto Alegre a São Paulo no dia 7 de abril para que ela pudesse acompanhar a resistência de Lula à prisão em São Bernardo do Campo. O custo foi de R$ 701. Depois, no dia 23 de abril, Dilma teve a passagem de Porto Alegre a Curitiba novamente custeada, no valor de R$ 2.294, para que ela fosse à PF visitar Lula e também participar do evento “Lula Livre” na porta da cadeia. Por ironia do destino, a tentativa de Dilma de ver seu mentor naufragou. A Polícia Federal não permitiu o ingresso da ex-presidente na cela do petista. Na época, a juíza Carolina Lebbos barrou 23 pedidos de visitas ao petista. Além de Dilma, na lista de pessoas que foram visitar Lula com passagens compradas com dinheiro público constavam o ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, o ex-secretário de movimentos sociais do PT, Renato Simões e Alberto Cantalice, ex-presidente do PT do Rio de Janeiro. Todos foram a Curitiba no dia 9 de abril.

Na prestação de contas da legenda entregue ao Tribunal Superior Eleitoral ainda são listados como gastos diretos do partido em prol dos eventos em favor de Lula R$ 11,9 mil em segurança privada e outros R$ 32,5 mil com a locação de veículos e vans para o deslocamento de militantes em Curitiba nos dias seguintes à prisão do ex-presidente. As despesas informadas ao TSE contabilizam ainda R$ 8,2 mil com o aluguel de uma sala no hotel Dan Inn Curitiba para a realização de reuniões dos petistas na capital paranaense. Foi incluído no montante gastos com água, café e pães de queijo disponíveis para os militantes. Pelo visto, não faltou comida (de graça). Gratuita para quem participou, claro, não para quem pagou — você, o leitor que arca regiamente com seu imposto. É que na lista de despesas com dinheiro público consta a locação de uma outra sala de encontros no hotel Petras Flat, no valor de R$ 3,5 mil, com a disponibilização de 16 cafés completos e 28 almoços, conforme notas fiscais obtidas por ISTOÉ.

Se houvesse conflito com militantes adversários, o PT estava preparado, segundo revelam as planilhas. Para escoltar os filiados, foram gastos cerca de R$ 11 mil com a contratação extra de 32 seguranças, em um total de 353 horas de trabalho entre os dias 4, 5, 6, 13 e 14 de abril do ano passado. Tudo com dinheiro do Fundo Partidário, cujo uso se mostra totalmente desvirtuado. Já em Curitiba, nos dias que seguiram à prisão de Lula, os mortadelas, como ficaram conhecidos os petistas habituês das manifestações, não tiveram problemas de locomoção. Uma verdadeira frota de veículos encontrava-se à inteira disposição dos filiados. Nas notas às quais ISTOÉ teve acesso, foram contabilizados sete veículos executivos (com motoristas inclusos) e nove vans locadas por meio da empresa One Eventos. Os automóveis não estavam a passeio: foram utilizados no deslocamento de dirigentes do PT em Curitiba.

Na festança com dinheiro público, há nas prestações de contas do PT ao TSE dois dados que chamam a atenção. Um deles refere-se à realização do Congresso da Juventude Petista, nos dias 6 e 7 de junho, em Curitiba, utilizado pelos jovens para promover o “Lula Livre”. Nos documentos apresentados, o PT relaciona as despesas de R$ 465,8 mil com o encontro para justificar pagamentos feitos com os recursos do Fundo Partidário. Só com as passagens aéreas para 100 militantes irem a Curitiba, o partido gastou R$ 202,6 mil. À infraestrutura do Congresso, o partido destinou R$ 117,8 mil. Para a edição de um mero informativo, foram gastos R$ 47,5 mil, além de outros R$ 25 mil consumidos na distribuição de camisetas vermelhas. O outro dado que causa espécie – pela ousadia dos dirigentes petistas — é o pagamento de despesas com a defesa do ex-presidente Lula após a expedição do mandado de prisão. Com verba pública. De acordo com a papelada ao qual ISTOÉ teve acesso, o advogado de Lula Cristiano Zanin teve passagens aéreas custeadas pela Executiva Nacional do PT em pelo menos uma das idas a Curitiba para encontros com o cliente. No dia 14 de junho, Zanin foi a Curitiba às custas do recurso a que o PT recorre do Fundo Partidário. Quem também se valeu da verba foi o escritório Aragão e Ferraro Advogados, que atuou em Curitiba para defender a ocupação de um espaço público por militantes do “Lula Livre” durante uma ação de reintegração de posse impetrada pela Prefeitura de Curitiba. Os militantes ocupavam uma área perto da PF. Documentos relacionados ao escritório Aragão e Ferraro Advogados, que tem o ex-ministro da Justiça de Dilma, Eugênio Aragão, como um de seus sócios, mostram que foram gastos R$ 130 mil por mês na defesa das causas do PT. Assim como as mobilizações do “Lula Livre”, as despesas com os advogados podem caracterizar desvio de finalidade dos recursos do Fundo Partidário, com o partido sujeito à rejeição de contas.

Durante as manifestações por “Lula Livre” em Curitiba, militantes se deslocaram pela cidade a bordo de vans luxuosas pagas pela União.

Está mais do que evidente, portanto, que o PT quer “Lula Livre”, mas sem nos livrar de arcar com a infraestrutura para a manutenção e sustentação dos atos em favor do ex-presidente considerado criminoso pela Justiça. Como sempre se desconfiou, mas o PT se esmerava em negar, nem uma tenda sequer foi erguida com vaquinhas dos filiados, mas sim com o dinheiro do contribuinte. Pelo visto, a confusão entre o público e o privado não só fora consagrada quando o partido desfrutava das delícias do poder. Permanece impregnada como um amálgama até hoje nas cinco pontas da estrela da sigla.

Perito afirma que os áudios do ativista político, receptador e criminoso são imprestáveis

O professor Ricardo Molina de Figueiredo é possivelmente o mais renomado perito em fonética forense do Brasil. Tem um extenso currículo de atuação em casos importantíssimos.
Sobre o áudio atribuído ao procurador Deltan Dallagnol, que saiu do Telegram e foi colocado no YouTube, o eminente perito disse o seguinte, em entrevista concedida ao site O Antagonista:
“Nesse momento em que coloca no YouTube, você já altera o formato da gravação. Porque o YouTube faz um upload conforme o critério de formatação e compactação deles. Não tem como você controlar isso. Essa gravação, para ter algum valor pericial, teria que ser apresentada tal como ela saiu do Telegram, do WhatsApp ou qualquer aplicativo da qual tenha sido retirada.”
Ele acrescenta que o áudio divulgado possui um baixo nível de ruído, ou seja, de sons de fundo externos à voz. Por isso, ele seria facilmente editável, sem que no resultado fosse possível perceber ou detectar quebra de continuidade no som.
“Se não tiver contexto, vai ficar complicado saber se aquilo não é composto, por exemplo, de pedaços de outras conversas. Porque o nível de ruído de fundo é tão baixo, que a coisa mais fácil do mundo seria cortar pedaços de uma conversa e inserir na outra”, afirma.
“Você consegue fazer emendas, pegar trechos de uma gravação e colocar o que você quiser, principalmente se você tem um material muito grande. Não estou dizendo que foi feito, estou dizendo que é fácil tecnicamente. E seria praticamente indetectável”, afirma.
“Por isso que trabalhar pericialmente com esse tipo de material é uma aventura que você que até agora nenhum perito se dispôs né. É uma aventura temerária”, conclui o perito.
Com relação aos textos de mensagens divulgados pelo site The Intercept, Molina classificou da seguinte forma:
“As mensagens de texto que estão sendo divulgadas estão sendo redigitadas, isso é uma loucura. Tanto é assim que colocaram data de 25 de outubro de 2019”, lembra o perito.
Os textos são impericiáveis. Nunca serão autenticados”, reforça, ao avaliar a impossibilidade deles serem usados como prova em qualquer processo.
Molina vai além: ainda que se provasse a integridade do áudio atribuído a Dallagnol, isso automaticamente não autenticaria os textos.
“Não existe autenticação pericial por analogia. Cada coisa é uma coisa.”
Porém, em audiência no Senado Federal, o abjeto Verdevaldo foi questionado se permitiria a submissão dos dados cibernéticos roubados à verificação e análise de perícia regulamentada.
Ele negou com veemência. Limitou-se a dizer:
“Nós temos jornalistas que são peritos”.
Na realidade, mesmo que o houvesse a concordância do pilantra americano, uma eventual perícia não chegaria a nenhuma conclusão.
Em suma, tudo está adstrito a palavra de um ativista político, receptador e criminoso.

Mulheres do Brasil continuam sofrendo execução sumária e os três poderes ficam presos ao discurso dos direitos humanos dos assassinos delas

A todo segundo, minutos e horas as mulheres brasileiras aumentam as estatísticas dos cemitérios vítimas de assassinos crués que as têm como objetos descartáveis.
Enquanto isso, os três poderes Executivo, Legislativo e Judiciário se prestam apenas a anotar as vítimas que vão tombando e conjugando esforços para proteger os assassinos da sociedade revoltada e lhes presenteando com tornozeleiras.
Todos alienados com o discurso dos tais 'direitos humanos' dos crués e impiedosos assassinos de mulheres. Fizeram leis que parecem uma piada.
SER HUMANO é uma palavra árabe. Sua etimologia contém dois significados. O primeiro define a relação de amizade, da conversa que dá tranquilidade e sossego. O outro significa esquecer. O ser humano possui ambas as características. Constrói boas relações e amizades, assim como se esquece. 
Assassinos crués e impiedosos não têm HUMANIDADE.
HUMANIDADE é o sentimento de bondade, benevolência, em relação aos semelhantes, ou de compaixão, piedade, em relação aos desfavorecidos. 
Se não têm humanidade devem ser isolados da sociedade ou extirpados dela.
A população brasileira, ou seja, eu, você e os outros, apoiamos a execução sumária desses milhares de mulheres, pois de boca externamos peninha, mas não agimos à altura para obrigar as autoridades a combaterem com extremo rigor a extrema violência contra as mulheres brasileiras.
Só falar não resolve. Estamos diante de autoridades covardes dos três poderes da Nação e de um povo com SÍNDROME de ESTOCOLMO, inclusive muitas mulheres vitimadas, que são avisadas que irão morrer, mas correm é pra cima dos assassinos; outras pedem socorro para os três poderes, mas não são protegidas e tombam nas ruas, nas calçadas e nos lares brasileiros.
SÍNDROME de ESTOCOLMO é uma doença desenvolvida por um transtorno mental. O nome “Síndrome de Estocolmo” é devido a um assalto ocorrido em Estocolmo, na Suécia, em 1973, onde quatro pessoas foram mantidas reféns e maltratadas por seis dias. Depois de liberados, os reféns desenvolveram a síndrome e passaram a admirar os bandidos, o que acabou até em casamento. 
Os especialistas explicam esse comportamento doentio do povo brasileiro afeto a adorar bandidos e assassinos. 
“O comportamento de pacientes com essa síndrome sugere um instinto de sobrevivência inconsciente, em um gesto desesperado de preservação pessoal. O problema costuma surgir em situações psicologicamente traumáticas e os efeitos, geralmente, são preservados e as vítimas continuam a defender e a gostar de seus raptores mesmo depois de escapar do cativeiro. Hoje, sabe-se que os sintomas da síndrome de Estocolmo surgiam no relacionamento entre senhor e escravo e nos campos de concentração na Alemanha. Também é possível identificá-los nos casos de esposas agredidas por seus maridos, que mesmo em uma situação de perigo e sofrimento continuam amando e admirando o companheiro. 
Como já dito, o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência. Assustadoramente, a mente parece desenvolver uma estratégia ilusória para proteger a saúde psicológica da vítima. O afeto e identificação emocional com o sequestrador preservam a vítima da realidade perigosa e violenta”.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

VIVA BOLSONARO!! Que fez a Câmara assumir sua responsabilidade sem a velha política

PT perde grande apoio: morre o jornalista que desejava a morte de Bolsonaro - Edir Macedo avisou

A 2ª vitória do crime no Congresso Brasileiro

terça-feira, 9 de julho de 2019

NOVA PREVIDÊNCIA: A peleja de Bolsonaro diante da política do "faz-me rir" de Rodrigo Maia e comparsas

Bolsonaro vai para a história como o presidente que pós os deputados e senadores em seus lugares.

Eis os fatos:
No dia 20 de fevereiro de 2019, Bolsonaro entregou ao presidente da Câmara o Projeto de Reforma da Previdência. Receberam e depois ficaram mandando recados para Bolsonaro, dizendo que aquilo não ia passar; que precisavam ter umas conveR$as; de umas articulaçõe$, ao estilo da velha política ...

Bolsonaro “Fez ouvido de mercador”, mas os ratos de botica que transmitem a leptospirose da corrupção continuaram pressionando para Bolsoraro liberar o que eles chamam de "faz-me rir". Bolsonaro mandu-lhes o recado dizendo que se dependesse dele, os da velha política iam ficar tristes por muito tempo.

Reagiram dizendo que então não aprovariam a Nova Previdência. Aí, Bolsonaro mandou o recado final: Assumam as consequência quando a Previdência quebrar de vez. 

Depois veio o recado do povo para os da política do "faz-me rir".

Agora, na perspectiva de ser aprovada a Previdência por pressão popular, Rodrigo Maia quer posar de pai da criança que rejeitava há pouco tempo.