12 de jul de 2019

Mulheres do Brasil continuam sofrendo execução sumária e os três poderes ficam presos ao discurso dos direitos humanos dos assassinos delas

A todo segundo, minutos e horas as mulheres brasileiras aumentam as estatísticas dos cemitérios vítimas de assassinos crués que as têm como objetos descartáveis.
Enquanto isso, os três poderes Executivo, Legislativo e Judiciário se prestam apenas a anotar as vítimas que vão tombando e conjugando esforços para proteger os assassinos da sociedade revoltada e lhes presenteando com tornozeleiras.
Todos alienados com o discurso dos tais 'direitos humanos' dos crués e impiedosos assassinos de mulheres. Fizeram leis que parecem uma piada.
SER HUMANO é uma palavra árabe. Sua etimologia contém dois significados. O primeiro define a relação de amizade, da conversa que dá tranquilidade e sossego. O outro significa esquecer. O ser humano possui ambas as características. Constrói boas relações e amizades, assim como se esquece. 
Assassinos crués e impiedosos não têm HUMANIDADE.
HUMANIDADE é o sentimento de bondade, benevolência, em relação aos semelhantes, ou de compaixão, piedade, em relação aos desfavorecidos. 
Se não têm humanidade devem ser isolados da sociedade ou extirpados dela.
A população brasileira, ou seja, eu, você e os outros, apoiamos a execução sumária desses milhares de mulheres, pois de boca externamos peninha, mas não agimos à altura para obrigar as autoridades a combaterem com extremo rigor a extrema violência contra as mulheres brasileiras.
Só falar não resolve. Estamos diante de autoridades covardes dos três poderes da Nação e de um povo com SÍNDROME de ESTOCOLMO, inclusive muitas mulheres vitimadas, que são avisadas que irão morrer, mas correm é pra cima dos assassinos; outras pedem socorro para os três poderes, mas não são protegidas e tombam nas ruas, nas calçadas e nos lares brasileiros.
SÍNDROME de ESTOCOLMO é uma doença desenvolvida por um transtorno mental. O nome “Síndrome de Estocolmo” é devido a um assalto ocorrido em Estocolmo, na Suécia, em 1973, onde quatro pessoas foram mantidas reféns e maltratadas por seis dias. Depois de liberados, os reféns desenvolveram a síndrome e passaram a admirar os bandidos, o que acabou até em casamento. 
Os especialistas explicam esse comportamento doentio do povo brasileiro afeto a adorar bandidos e assassinos. 
“O comportamento de pacientes com essa síndrome sugere um instinto de sobrevivência inconsciente, em um gesto desesperado de preservação pessoal. O problema costuma surgir em situações psicologicamente traumáticas e os efeitos, geralmente, são preservados e as vítimas continuam a defender e a gostar de seus raptores mesmo depois de escapar do cativeiro. Hoje, sabe-se que os sintomas da síndrome de Estocolmo surgiam no relacionamento entre senhor e escravo e nos campos de concentração na Alemanha. Também é possível identificá-los nos casos de esposas agredidas por seus maridos, que mesmo em uma situação de perigo e sofrimento continuam amando e admirando o companheiro. 
Como já dito, o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência. Assustadoramente, a mente parece desenvolver uma estratégia ilusória para proteger a saúde psicológica da vítima. O afeto e identificação emocional com o sequestrador preservam a vítima da realidade perigosa e violenta”.