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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Quatro falas de Celso de Melo que o deixa suspeito de relatar, julgar ou votar qualquer processo contra Bolsonaro por ódio velado

Todas as falas abaixo impedem que Celso de Mello continue a relatar, julgar ou votar qualquer processo contra Bolsonaro em razão do notório ódio velado pela parte no processo.
1ª FALA - Em 26/02/2020 O Globo noticia: "Bolsonaro 'não está à altura do altíssimo cargo que exerce'" e acrescenta: "Em nota, Celso de Mello afirmou que Bolsonaro 'desconhece o valor da ordem constitucional' e 'ignora o sentido fundamental da separação de poderes". A divulgação do vídeo, segundo o ministro, "traduz gesto de ominoso desapreço e de inaceitável degradação do princípio democrático'".
2ª FALA - Em 21/05/2020 o Jornal de Brasília registra: "O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello afirmou que pessoas que têm abarrotado as caixas de mensagens de juízes de tribunais de Brasília com mensagens anônimas e ameaças de morte são “bolsonaristas fascistoides, além de covardes e ignorantes”"
3ª FALA - Em 22/05/2020, no Inquérito nº 4831, Celso de Melo prejulga e incentiva a cassação de Bolsonaro: "... os Senhores Deputados Federais, dispondo de plena ciência do que se passou na reunião ministerial de 22/04/2020, no Palácio do Planalto, possam deliberar, mediante juízo discricionário e político, sobre a outorga de autorização, ou não, a esta Corte Suprema, para processar e julgar, em sede originária, o Presidente da República (CF, art. 51, I, c/c o art. 86, “caput”), autorização essa que configura, sempre que se cuidar de supostas infrações penais de caráter funcional, como se verifica na espécie, ineliminável exigência de ordem constitucional".
4ª FALA - Em 31/05/2020 O Globo destaca: "Celso de Mello compara Brasil à Alemanha de Hitler e diz que bolsonaristas 'odeiam a democracia'" e mais: "o ministro Celso de Mello enviou a colegas ministros em um grupo de WhatsApp uma mensagem de texto em que compara o Brasil à Alemanha comandada por Adolf Hitler"


sexta-feira, 22 de maio de 2020

Vídeo mostra que o Brasil tem um presidente à altura da vontade dos que o elegeram - foi escolhido para declarar guerra aos larápios e aos comunistas e assim está fazendo

Pensando que ia detonar Bolsonaro, Celso de Mello fez um grande favor à ao povo. Este teve conhecimento hoje que seu presidente não está acovardados perante a seus ministros e nem diante dos ataques da facção CORRUPÇÃO nem da facção IDEOLOGIA COMUNISTA.  
Aos covardes a recomendação clara. - salte do barco e seja comida dos tubarões do comunismo.

Na Reunião a cara do Moro já era a cara do judas.


quarta-feira, 6 de maio de 2020

EI! Bolsonaro tem advogado? Se tem por que Celso de Mello (em suspeição) está conduzindo um inquérito contra ele e impedindo perícia no celular de Moro?

    Este blog tem mostrado a ilegalidade do inquérito comandado no STF com participação de Celso de Mello, PGR e "ilustres congressistas" pra ver ser montam um golpe contra Bolsonaro. 

   Primeiro, através da com participação da Globo, Celso de Mello emitiu nota dizendo que "Bolsonaro não está à altura do altíssimo cargo que exerce", Declaração à Globo em 26/02/2020.

 Em  24/04/2020 às 20:34:00 hs, a petição 8802 contra Bolsonaro lhe foi "coincidentemente" distribuída. Neste caso Celso de Mello deveria ter declarado sua suspeição em razão de seu posicionamento público e sentimento de ódio contra o presidente. NADA DISSO!!

Já carregado de sentimento de ódio de Bolsonaro com o pré-julgamento que fez em 26/02/2020, Celso de Mello atropelando o art. 51, Inciso 1, da Constituição Federal e entendimento dele mesmo no Processo contra Temer (Inquérito nº 4483/2017), determinou que em 60 dias fosse colhida as provas de acusação de Sergio Moro. Logo em seguida recebeu fora dos autos pedido de "ilustres congressistas"? (CONFIRA...). E numa pressa descomunal mandou ouvir imediatamente Moro, sem mesmo publicar sua decisão e sem mesmo os autos terem retornado da PGR.

    Como o depoimento de Moro não serve para concretizar o golpe contra Bolsonaro, agora o suspeito Celso de Mello está desesperado atrás de supostas provas para incriminar Bolsonaro, quer vídeos, quer áudios, quer depoimento de Ministros, de papagaio, .... Quer de qualquer jeito arranjar provas contra Bolsonaro.

    Mas, quando solicitaram que Celso de Mello mandasse periciar o celular de Sergio Moro, o ministro deu um pulo lá longe e disse não, não e não.

     Daí surge a pergunta: Bolsonaro tem advogado? Se tem por que Celso de Mello (em suspeição)  está conduzindo um inquérito contra ele e impedindo perícia no celular de Moro?

    Bolsonaro tem elementos jurídicos incontestáveis para anular essa armação de golpe desfaçada com o nome de inquérito para ouvir Moro. CONFIRA 👇
 

terça-feira, 5 de maio de 2020

BOMBA!! Inquérito de Celso de Mello contra Bolsonaro será anulado por 2 fatos comprovados

A pedido, o Ministro do STF, Celso de Mello, instaurou o Inquérito nº 4831 contra Bolsonaro em razão de acusação verbal de Sergio Moro sobre suposto cometimento de crimes pelo presidente da república.
Dois fatos jurídicos detectados por este blog torna o malsinado inquérito articulado contra Bolsonaro nulo de pleno, basta ir para o Plenário do próprio STF. Vamos aos fatos:
1º Fato - No dia 27/04/2020 às 21:45 horas, o Ministro CELSO DE MELLO instaura O inquérito para Moro acusar Bolsonaro - dando 60 dias para a PF ouvir Moro. No dia seguintes o ministro atende "ilustres congressistas" e no dia 30/04/2020 manda ouvir Moro imediatamente no prazo de 5 (cinco) dias.
AGORA PASME NO ERRO!! No dia 02/04/2020 - combinada com Moro, a PF colhe seu depoimento. AGORA VEM A 1ª BOMBA: Moro só deveria ter sido ouvido após a publicação da decisão de Celso de Melo no Diário da Justiça - o que só ocorreu na segunda-feira (dia 04/05/2020) no DJE nº 109
O próprio Celso de Mello foi relator na Reclamação nº 20.160/ 2015 e lá o STF decidiu que a validade das decisões judiciais começa a partir de divulgação oficial. CONFIRA A PROVA👇
Ou seja, a pressa foi tão grande para atender os "ilustres congressistas" que esqueceram até de publicar a decisão para poder ouvir Moro. 

2º Fato - No Inquérito nº 4483/2017, em que foi investigado Michel Temer como presidente da República, e STF decidiu que esse inquérito seria nulo em relação a Temer por não ter prévia autorização da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 51, inciso I, da Constituição Federal:
Art. 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados:
I - autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;

Nesse inquérito contra Michel Temer, o Ministro Celso de Mello votou assim:

domingo, 3 de maio de 2020

O que causou pânico em alguns do STF e na bandidagem parceira do Congresso Nacional? Vamos aos fatos e provas e à decisão de Lewandowski que denuncia os colegas de Corte


No dia 24/4/2020, o Presidente da República, Jair Bolsonaro disse: "Sempre falei para ele: Moro, não tenho informações da Polícia Federal. Eu tenho que todo dia ter um relatório do que aconteceu, em especial nas últimas vinte e quatro horas, para poder bem decidir o futuro dessa nação
"para poder bem decidir o futuro dessa nação". É nessa frase que a turma do Brasil Corrupção acendeu o alerta e correram para impedir Bolsonaro, pois a frase mostra a intenção do presidente em saber que esquemas tramam contra o futuro do Brasil. 
Só foi Bolsonaro soltar a frase para os bandidos políticos se movimentarem de maneira impressionante junto ao parceiro STF com várias acusações de que Bolsonaro cometeu os mais horrendos crimes.
Petição n° 8800 - recebida no STF em 24/04/2020, às 13:34:15 hs;
Mandado de Segurança nº 37.093 - recebida no STF em 24/04/2020, às 15:22:14 hs;
Petição n° 8803 - recebida no STF em 24/04/2020, às 16:58:58 hs;
Petição n° 8804 - recebida no STF em 24/04/2020, às 17:01:49 hs;
Petição n° 8802 - recebida no STF em 24/04/2020, às 18:31:07 hs (Incluíram nesta petição o inquérito nº 4831 em 28/04/2020);
Petição n° 8805 - recebida no STF em 25/04/2020, às 12:20:59 hs;
Petição n° 8806 - recebida no STF em 27/04/2020, às 07:16:55 hs;
Petição n° 8813 - recebida no STF em 28/04/2020, às 18:23:57 hs;
Mandado de Segurança nº 37097 - recebida no STF em 28/04/2020, às 01:38:43 hs da madrugada.

No dia 27/04/2020 às 21:45 horas, o Ministro CELSO DE MELLO instaura inquérito a pedido da PGR para Moro acusar Bolsonaro. Depois atende "ilustres congressistas" e é avisado que tem que apressar o golpe, mandando ouvir imediato e secretamente Moro, que entrou no governo já com a recomendação de grampear Bolsonaro, traindo a confiança do presidente e dos brasileiros. 

Em Seguida, no dia 29/04/2020, é a vez do Ministro ALEXANDRE DE MORAES, que numa decisão teratológica invade a competência do presidente da República e impede a nomeação do Diretor da PF. MORAES baseia sua decisão em fuxico e disse-me-disse de Moro à Globo - inimiga declarada do presidente da República.

Mesmo antes de CELSO DE MELLO e ALEXANDRE DE MORAES, no dia 24/04/2020 o Ministro Ricardo Lewandowski, despachou o Mandado de Segurança nº 37.093, com a seguinte decisão:

"Trata-se de mandado de segurança com pedido liminar impetrado por Aliel Machado Bark, Deputado Federal pelo Estado do Paraná, contra ato do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, consubstanciado no Decreto de 23 de abril de 2020, que exonerou Maurício Leite Valeixo do cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal do Ministério da Justiça e Segurança Pública". 

"é importante deixar consignado, ainda, no que diz respeito ao mérito deste mandado de segurança, que no regime republicano há uma partilha do poder, de forma horizontal, entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, independentes e harmônicos entre si (art. 2º da Constituição), de modo a exigir a atuação do Poder Judiciário, em face de atos emanados dos Poderes Legislativo e Executivo, apenas em situações excepcionalíssimas".

Disse mais Ricardo Lewandowsk:

"Entretanto, aqui não se está a falar da exoneração de Ministro de Estado, mas de Diretor-Geral da Polícia Federal, um dos principais cargos do Poder Executivo federal, configurado como um ato de Chefia da Administração Pública Federal, o qual, presume-se legítimo e verdadeiro até que se prove o contrário".

"Dessa forma, não seria possível avançar neste mandamus para discutir, com base na fala do Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública, na data de hoje (24/4/2020), se o Presidente da República atendeu aos requisitos constitucionais e legais para a consecução do ato de exoneração vergastado. Para chegar-se à conclusão de que o Decreto de 23 de abril de 2020 contém os vícios apontados, far-se-ia necessária a incursão fático-probatória"

"Com efeito, esta Corte, em sucessivas decisões, a exemplo daquela proferida no RE 269.464/DF, de relatoria do Ministro Celso de Mello, já assinalou que a liquidez e certeza do direito, capaz de autorizar o ajuizamento do mandado de segurança, é, tão somente, aquele que concerne a fatos incontroversos, constatáveis de plano, mediante prova literal inequívoca". 

"Isso posto, nego seguimento a esta impetração (art. 21, § 1°, do RISTF). Prejudicado o exame da liminar. Publique-se. Brasília, 24 de abril de 2020. Ministro Ricardo Lewandowski Relator"