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sábado, 14 de setembro de 2019

Por que os Direitos Humanos deturpou seu propósito?

É que ao longo da história o verdadeiro propósito dos Diritos Humanos foi deturpado por uma onda de contextos comunistas e ideologias outras contrárias a ordem das coisas e do curso natural da humanidade, que é baseado nos valores e na tradição da família.

Segundo os registros da história, os Direitos Humanos surgiu da luta contra o Estado absolutista, que esmagava a sociedade e mantinha poderes ilimitados dos reis. E foram:“As revoluções liberais, inglesa, americana e francesa, e suas respectivas Declarações de Direitos que marcaram a primeira clara afirmação histórica dos direitos humanos". 

Para os atuais deturpadores da real função dos Direitos humanos, o Estado não poderá reagir à altura contra os "desumanos" que não nutrem qualquer respeito pela vida de outrem, nem pela dignidade inerente ao ser humano. Têm prazer em assistir seus semelhantes tombarem ao solo derramando sangue.

Para defender esses tipos desumanos, os doutrinadores e deturpadores dos Direitos Humanos utilizam os mesmos argumentos dos que fazem a defesa correta.

Como citamos acima, o real propósito dos Direitos Humanos é lutar contra qualquer arbitrariedade do Estado contra as pessoas que andam destruindo as outras por ódio, por prazer ou para atingir interesses outros.

A Convenção Americana dos Direitos Humanos diz que:
"Art. 5.2 – Toda pessoa privada da liberdade deve ser tratada com o respeito devido à dignidade inerente ao ser humano".

No mesmo sentido é a Constituição Federal de 88:
"Art. 5, XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral".
"Art. 5, LIV – ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal".

Os dispositivos legais acima querem proteger a integridade física e moral de todos que gozam de dignidade inerente ao ser humano. 

Entretanto, os Direitos Humanos insiste em levantar voz para querer proteger os "desumanos" que não nutrem qualquer respeito pela vida de outrem, nem pela dignidade inerente ao ser humano. Por isso recebem feroz crítica da sociedade.

Se tem uma coisa em que o Estado deve ser absoluto é contra os "desumanos" que não nutrem qualquer respeito à vida de outrem, nem à dignidade inerente ao ser humano. Contra os assassinos contumazes que institucionalizam a morte como garantia de seus negócios ilegais devem ser combatidos pelo Estado com máxima força.

E os Direitos Humanos que se danem com suas deturpações ideológicas.