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quinta-feira, 25 de junho de 2020

URGENTE!! Brasileiros podem migrarem para Deep Web para exercerem a liberdade de expressão

A parte comunista do Senado Federal tenta aprovar o Projeto de Lei n° 2630/2020 para, sob a desculpa de combate de fake news, proibir cidadãos de denunciar e criticar suas sanhas corruptas e crimes contra a administração pública.
QUASE 500 MIL BRASILEIROS SÃO CONTRA CALAREM SUAS BOCAS NAS REDES SOCIAIS
Se aprovado, não resta aos brasileiros outra alternativa a não ser migrar para o Browser da deep web chamado Tor. Lá você tem privacidade total.

O que é a deep web?

A deep web (Internet Profunda) foi desenvolvida no Laboratório de Pesquisas da Marinha dos EUA, que criou o The Onion Routing (O Roteamento de Cebola - TOR) para tratar de pesquisa, design e análise de sistemas anônimos de comunicação. A segunda geração desse projeto foi liberada para uso não-governamental, apelidada de TOR e, desde então, vem evoluindo...

Existe hoje a ONG, Tor Project, uma rede de túneis escondidos na internet em que todos ficam quase invisíveis. Onion, em inglês, significa cebola, e é bem isso que a rede parece, porque às vezes é necessário atravessar várias camadas para se chegar ao conteúdo desejado.

Grupos pró-liberdade de expressão são os maiores defensores do Tor, já que pela rede Onion é possível conversar anonimamente e, teoricamente, sem ser interceptado, dando voz a todos, passando por quem luta contra regimes ditatoriais, empregados insatisfeitos, vítimas que queiram denunciar seus algozes... todos.

A ONG já teve apoio da Electronic Frontier Foundation, da Human Rights Watch e até da National Christian Foundation, mas também recebeu dinheiro de empresas, como o Google, e de órgãos oficiais - o governo dos EUA, aliás, é um dos principais investidores.

Ao acessar um site normalmente, seu computador se conecta a um servidor que consegue identificar o IP; com o Tor isso não acontece, pois, antes que sua requisição chegue ao servidor, entra em cena uma rede anônima de computadores que fazem pontes criptografadas até o site desejado.

Por isso, é possível identificar o IP que chegou ao destinatário, mas não a máquina anterior, nem a anterior, nem a anterior etc. Chegar no usuário, então, é praticamente impossível. Também há serviços de hospedagem e armazenagem invisíveis. Assim, o dono da página está seguro se não quiser ser encontrado.

A deep web tem o seu lado "bom", que é a privacidade para troca de conteúdo e informações sigilosas, por exemplo. Mas também tem o lado ruim, cheio de crimes, pornografia, tráfico de drogas e outras ilegalidades. É a parte da deep web que muitos chamam de dark web.

Existem muitos fóruns com discussões que vão de política internacional a técnicas de programação, porém, todos precisam de cadastro, que pode ser feito por meio do Tor Mail. Este é um serviço criado e totalmente mantido dentro da Onion (nome dado à rede), e possui encriptação refinada e segurança máxima. Com este endereço de e-mail que os usuários da DW se identificam em fóruns ou semelhantes. Assim como na web tradicional, a inscrição é gratuita.

Com a alta privacidade, a DW atraiu grupos famosos. O Wikileaks e o Anonymous, por exemplo, refugiaram documentos sigilosos ali. E alguns revolucionários, que participaram da Primavera Árabe, usaram a rede paralela para facilitar a articulação dos rebeldes e complicar o trabalho da inteligência policial. Jornalistas, militares e políticos também se comunicam pela teia misteriosa e acobertam suas ações na rede - o que a torna um local muito mais rico em informações do que se imagina e é comentado.
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