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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

A evolução da corrupção e o senador que articulou a Lei de Abuso de autoridade para proteger a si e a comparsas da suja política do Brasil

A EVOLUÇÃO DA CORRUPÇÃO

Tudo começou o chamado MENSALINHO pagos a senadores, a deputados federais e a deputados estaduais em troca de apoio a governos corruptos que atuam em formação de quadrilhas que envergonham o PCC.

A compra de parlamentares para apoiar irregularidades do Executivo recebeu o nome de MENSALINHO no ano de 2003, com as denúncias de propinas recebidas pelo deputado Severino Cavalcanti (PP) enquanto ocupava o cargo de Presidente da Câmara dos Deputados. No governo do PT o Mensalinho saiu da casa dos milhares para a casa dos milhões. Passou a ser chamado de MENSALÃO DO PT. 

A palavra MENSALÃO foi usada pela primeira vez quando Deputado Federal Miro Teixeira denunciou, em setembro de 2004, ao Jornal do Brasil a existência de um mensalão, mas o denunciante não levou o assunto adiante. Meses depois, a palavra foi grafada no jornal Folha de S.Paulo, na matéria do dia 6 de junho de 2005, utilizada e disseminada pelo então Deputado Federal Roberto Jefferson. A palavra, tal como ela é "MENSALÃO", foi utilizada também na mídia internacional, sempre acompanhada de tradução. Em espanhol, já foi traduzida como mensalón e, em inglês, como big monthly allowance (grande pagamento mensal) e vote-buying (compra de votos).

Em março de 2014 a PF descobriu que o Mensalão era fichinha agora a propina ia para a casa dos bilhões e deu o nome de LAVA JATO. Isto porque os bilhões eram desviados via Petrobras e lavados por operadores do esquema; que depois saia distribuindo para deputados senadores, partidos e até para o presidente da República.

O SENADOR QUE ARTICULOU A LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE PARA PROTEGER A SI E COMPARSAS DA SUJA POLITICA DO BRASIL.

Carinha de Santo, mas na verdade é um satanás.
Projeto de Lei do Senado nº 85, de 2017 foi concebido para inibir delegados, juízes e procuradores de agirem contra suas quadrilhas que fazem inveja ao PCC e outras organizações criminosas.

O autor do projeto é exatamente um acusado de receber propina desde quando era deputado no Amapá. Trata-se do Senador Randolfe Rodrigues (hoje no Partido REDE). Randolfe Rodrigues (que era deputado estadual pelo PT) esteve envolvido por por 3 anos num esquema de pagamentos de propinas para deputados da Assembleia Legislativa do Amapá em troca do apoio dos parlamentares ao Executivo. 

O ex-deputado estadual Fran Soares Nascimento Júnior, conhecido popularmente como Fran Júnior, denunciou publicamente que havia um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do estado do Amapá durante o segundo mandato de João Capiberibe como governador. Segundo Fran, o governador pagava propinas de 20 mil reais a determinados deputados estaduais para votarem projetos de relevância do executivo. Dentre os parlamentares envolvidos no escândalo estavam Randolfe Rodrigues (à época do PT), Eury Farias (PSB) e Jorge Salomão. Capiberibe teria pago entre os anos de 1999 e 2002, diversas mesadas para conseguir apoio da bancada do legislativo a seus projetos.

Após o estopim do escândalo, foram realizadas duas perícias: uma a pedido do Ministério Público do Estado e realizada pelo Grupo de Atividade de Perícia Especial do Estado da Polícia Técnico Cientifica e outra feita pelo perito Ricardo Molina de Figueiredo. A perícia realizada pela Politec comprovou que há indícios de falsificação por acréscimo. Já o perito Molina, atestou que as assinaturas que aparecem nos recibos são de Randolfe.

Em esquema jurídico perante o STF, Rodolfe conseguiu arquivar o processo por prescrição do crime: "A Procuradora-Geral da República sustenta a inexistência de indícios probatórios mínimos a embasar a acusação, destacando, ainda, que, se existentes, incidiria na espécie a prescrição da pretensão punitiva pela pena em abstrato. Ao final, postula o arquivamento dos autos"

O STF é uma mão para bandidos de alto quilate.

Bolsonaro vetou parte do projeto que inviabiliza os trabalhos da polícia e da justiça, mas os canalhas que se elegem comprando votos de bestas pelo Brasil a fora derrubaram os vetos do presidente para se protegerem contra a polícia e da Justiça.

A Lei de Randolfe Rodrigues proteger os políticos de penhora de bens para ressarcimento de Estado. Também dá proteção para seus advogados esconderem provas em seus escritórios, uma vez que a policia e juízes estão proibidos de invadir escritórios de advogados atrás de provas.

A lei de Randolf já teve a primeira consequência.