5 de jan de 2019

Medida protetiva de urgência já não protege mais a mulher. A violência é incentivada pelas próprias autoridades que a apura

Não seria a hora das autoridades deixarem de ser frouxas e mandar ver pra cima de agressores de mulheres sem dó e piedade?

A Lei Maria da Penha já não protege mais as mulheres do ímpeto dos agressores. A cada instantes crescem as estatísticas de mulheres agredidas e assassinadas por ex-maridos, maridos, amantes e namorados, que persistem em ter domínio sobre a mulher como seu objeto de prazer e manipulação.

A Lei Maria da Penha prevê diversos tipos de violência praticadas contra a mulher, inclusive as praticadas por pai, irmãos, etc, mas os poderes Executivo e o Judiciário falham na sua execução. São frouxos no trato da questão.

A proteção à mulher pode ser solicitada em qualquer delegacia. Ocorre que na maioria das vezes ela é ignorada por omissão ou desídia da própria polícia. Acaba sendo assassinada diante da complacência das autoridades do Poder Executivo e do Poder Judiciário.

TIPOS DE VIOLÊNCIAS PREVISTAS NA LEI
COMO OCORRE
Violência psicológica
Ameaças, humilhação, chantagem, controle de amizades, etc.
Abuso financeiro
Controla os gastos da esposa dando trocados, proíbe a mulher de trabalhar, usa o nome da esposa para obter crédito ou faz compras no nome da companheira.
Violência familiar
Agressão física, psicológica e sexual cometida por alguém que tenha laços com a vítima, como pai, irmãos, conhecidos, etc.
Violência sexual
Forçar a mulher a manter relações sexuais ou abortar.
Violência moral
Inventar histórias e difamar a mulher.
Fonte: Da Universa, por Marcos Candido.

OS INCENTIVOS A ESSES TIPOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER