domingo, 9 de setembro de 2018

Enquanto isso no Maranhão Nórdico....

Por Mauricio Miguel

O que os gestores mostram é a realidade?
Ou é
Ao contrário do que propagandeiam?
Estamos vivendo, literalmente, "de sonhos coloridos com lápis de cor numa folha imaginária de papel", ou seria numa folha de um pequeno jornal? Não importa! Está tudo muito bem, obrigado doutor! 

Como num maravilhoso passe de mágica, deixamos de ser massa de manobra para conquistarmos o status de cidadãos de direitos plenos, ou num jeito mais popular, deixamos de lado o velho adágio do: "manda quem pode e obedece quem tem juízo" para as práticas responsáveis e do respeito à cidadania. 

Como num lindo sonho cor de rosa semelhante ao sabor do nosso inigualável Guaraná Jesus, saímos dos piores índices de desenvolvimento humano para ocuparmos patamares de desenvolvimento semelhantes aos dos países nórdicos. Como isto foi possível? É o que estamos querendo descobrir. É o que iremos analisar, se não vejamos:

Pelo exposto, o problema não está no envolvimento das crianças, jovens e adultos com a criminalidade e nem tampouco com a pobreza e a falta de planejamento para políticas públicas de qualidade e bem orientadas. Seguindo o raciocínio das autoridades em questão, o problema "são as noticias negativas e o eterno inimigo", assim podemos deduzir que todas as casas já estão com água encanada, banheiros construídos. hospitais bem equipados, tratamento a contento, nenhuma morte por desnutrição, por falta de exames corretos de pré natal, sem filas para marcar consultas em uma estruturada rede de saúde.

Dinheiro público gasto somente com aquilo que de fato promova os cidadãos maranhenses, sem desvios e corrupção. Afinal o tempo da Bonanza chegou e com ele tudo está sendo prontamente providenciado a toque de mágica.

Ampliando mais a linha de pensamento, poderíamos acrescentar que não vemos crianças que assaltam e nem perambulam pelas ruas, como também as prisões cada vez menos povoadas e abarrotadas.

Diante de tantas evidências na nossa cara e mostradas pelos gestores públicos, só nos resta concluir dizendo: a Suécia é aqui.