segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A POLÍTICA DO CIRCO BRASIL: Os governantes querem e o povo exige

Para um País sem futuro, um pouco de circo basta.
A política do Pão e Circo surgiu na antiga Roma. O imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses” (a conhecida política do pão e circo).

Em Roma, o povo era distraído com a luta de gladiadores no estádio e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão). Pronto! era o bastante! o povo se distraia, recebia uma sexta básica e esquecia os descasos públicos e não pensava em se rebelar.

Há muito essa política foi adotada no Brasil e virou tradição. Começou da mesma forma praticada em Roma (Pão e Circo). Hoje se resume apenas no circo porque o povo se dá por satisfeito.

No Brasil a subserviência do povo é tão grande que basta o circo. Basta o palco, as bandas que consomem as verbas municipais e alguns litros de cachaça. Nem o pão existe mais.

São várias épocas de circo, mas a principal é o carnaval. Prefeitos  e governadores tiram dinheiro da saúde, da educação e do custeio municipal para patrocinarem o circo. Têm que dá um jeito. É o povo que exige!

Passados alguns dias, lá está de novo o povo exigindo mais circo ao invés de exigirem emprego e melhores condições de vida.

Isto tudo é no Brasil. Onde a mediocridade e o atraso mental do povo projeta o País para um rumo sem futuro.

Por aqui o povo vive a filosofia dos epicureus: “comamos e bebamos enquanto não morramos", que nega a esperança e um futuro melhor.
Um dos maiores executores da política do Ovo e Circo (ou só o Circo).