quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Indícios apontam armação contra advogado em Zé Doca articulada dentro da Câmara Municipal

Um factoide foi montado na Câmara Municipal de Zé Doca contra o advogado Renato Coelho Cunha que, segundo apurou o blog tem o dedo do político conhecido como Maranhãozinho, declarado desafeto da família Cunha naquele município.

O palco da armação foi na Câmara Municipal de Zé Doca. Lá, a Senhora MARIA DAS GRAÇAS DE OLIVEIRA SIPAÚBA, partidária de Maranhãozinho, disse que teria contratado o advogado para registrar uma propriedade sua e que, ao invés disse o advogado teria registrado para si o tereno em nome de um ‘laranja’, que seria a pessoa de nome ALINE GOMES DE ARAÚJO. 

Maria das Graças afirmou ainda que teria denunciado o caso à Justiça.

O blog investigou o caso e encontrou na Comarca de Zé Doca o Processo nº 1279/2015, no qual consta uma ação de reintegração de posse do terreno que a Senhora MARIA DAS GRAÇAS DE OLIVEIRA SIPAÚBA alega ter sido grilado pelo advogado Renato Cunha.

AGORA VEJA A VERDADE DOS FATOS QUE CONSTA NO PROCESSO

No processo 279/2015, MARIA DAS GRAÇAS SIPAÚBA alegou ser dona de um terreno localizado na Rua dos Técnicos, Bairro Vila dos Técnicos, município de Zé Doca, disse que o imóvel foi doado ao seu falecido marido pela COLONE - COMPANHIA DE COLONIZAÇÃO DO NORDESTE e pelo MUNICÍPIO DE ZÉ DOCA/MA. Sustentou perante à Justiça que teria descoberto que seu terreno estaria sendo registrado por ALINE GOMES DE ARAÚJO E MARCOS MENDES VIEIRA NETO e requereu a reintegração de posse.

ALINE GOMES DE ARAÚJO E MARCOS MENDES VIEIRA NETO sustentaram para a Justiça que o terreno adquirido por eles não seria o mesmo imóvel ocupado pela MARIA DAS GRAÇAS SIPAÚBA e nem tampouco seria o mesmo terreno que supostamente teria sido "doado" pela COLONE ao falecido marido dela.

Ao Analisar a ação, a juíza da Comarca, DENISE PEDROSA TORRES, disse que não há prova a respeito do exercício de posse pela MARIA DAS GRAÇAS SIPAÚBA e nem prova de grilagem do terreno que ela alega ser dona.

E no final decidiu a juíza: “Pelo exposto, julgo IMPROCEDENTE os pedidos, haja vista a ausência de provas do direito alegado pela parte autora, extinguindo o processo COM resolução de mérito”.

MÁ FÉ
Na ação não consta o envolvimento de advogado Renato Coelho Cunha como denunciou MARIA DAS GRAÇAS SIPAÚBA na Câmara Municipal de Zé Doca. A ação é datada de 16/07/2015 e a decisão da juíze e de 31/10/2016.

O mais grave é que o nome do advogado Renato Coelho Cunha foi colocado na história em armação articulada na Câmara Municipal de Zé Doca, comandada pelo político Maranhãozinho.
Dona Maria das Graças Sipaúba estaria sendo usada na armação política para atingir a família Cunha no Município.