29 de out de 2012

CASTELO SE DERROTOU: Tentou manipular a população com os velhos discursos. Não quis enxergar hoje o povo está mais esclarecido.


A atitude política de João Castelo para com a população de São Luis durante seu governo foi desrespeitosa.

Julgou que os cidadãos ludovicenses iriam embarcar em seu velho discurso. Pensava que estava tratando com um povo sem consciência.

TRÉS ANOS SÃO LUÍS FICOU NO CAOS.

 - Caos nos transportes Coletivos e no Trânsito (Só agora, sabendo que corria risco de perder a eleição, Castelo deixou o competente Canindé administrar a SMTT);

- Caos na Educação (Crianças e adolescentes sem concluir o ano escolar). Para amenizar a situação, Castelo passou a distribuir leite e fardas. Enquanto os estudantes e pais se distraiam com o leitinho distribuído, milhões de reais destinados a educação eram desviados, segundo o Ministério Público Federal,CONFIRA AQUI:

O MPF constatou ainda que o município de São Luís não gastou, desde 2009, os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). O município possui em caixa um saldo disponível de R$ 14.411.803,15, sendo R$ 13.287.912,88 referentes ao Pnae e R$ 1.123.890,27 referentes ao Pnate.


Quanto aos recursos fornecidos pelo Fundeb, o MPF identificou a realização de diversos gastos em valores exorbitantes (da ordem de 13 milhões) efetuados sempre ao final de cada mês, com valores arredondados, e sob a genérica rubrica de “gastos diversos”, gerando forte suspeita de desvio das verbas.

- Caos na Saúde (Falta de UTIcondições precárias, Socorrão alagado, Morte por erro médico, Falta de atendimento, Os recursos recebidos, a situação deplorável da Saúde de São Luís).

2  O ESQUEMA DE CORRUPÇÃO COM A EMPRESA VITAL ENGENHARIA:

Castelo provocou um rombo milionário nos cofres da prefeitura de São Luís. Contratou sem licitação por 3 vezes consecutivas essa empresa.  

COMO FOI O ESQUEMA?
Fez o Contrato sem licitação nº 10/2010 no valor de R$ 13.780.025,28, durante seis meses.


Depois aumentou o mesmo de R$ 2.472.700,78, através do Termo Aditivo nº 01/2010, passando o contrato para o valor total de R$ 16.252.726,06.


Castelo não parou por ai, fez o Contrato sem licitação nº 220/2010 com o mesmo valor do anterior.

Depois de novo, aumentou o contrato acrescentando R$ 3.298.716,97, através do Termo Aditivo nº 001/2011, passando o contrato irregular para o total de R$ 17.078746,25.

Temos ai um rombo de mais de 33 milhões nos cofres da prefeitura de São Luis (R$ 33.331.472,31), caracterizando crime de improbidade administrativa por parte do Sr. João Castelo Ribeiro Gonçalves, oriundo de contratos sem licitação pública.


3 - O ESQUEMA COM A EMPRESA PAVETEC MEDIANTE FRAUDE:

O Prefeito de São Luís, Sr. João Castelo Ribeiro Gonçalves, o ex-secretário municipal de Obras e Serviços Públicos Cláudio Castelo de Carvalho, e os sócios da PAVETEC CONSTRUÇÕES LTDA estão sendo acusados pelo Ministério Público de terem feito um rombo de R$ 115.591 MILHÕES nos cofres da Prefeitura de São Luís.  

COMO FOI FEITO O ESQUEMA?

Antes de firmar Contrato sem licitação, a PAVETEC alterou o capital social dela de R$ 200 mil para R$ 1.200 milhões. A alteração foi feita 16 dias antes da assinatura do contrato.

No primeiro contrato, a Prefeitura pagou R$ 29.990 milhões sem processo licitatório. No segundo contrato, a PAVETEC recebeu R$ 85.601 milhões. 

Na avaliação do Mistério Público, houve um acerto prévio para que a PAVETEC fosse à vencedora da licitação.


O Ministério Público descobriu que a PAVETEC teve um aumento no patrimônio de 4.200% e pediu à Justiça a condenação de João Castelo, do ex-secretário municipal de Obras e Serviços Públicos Cláudio Castelo de Carvalho e dos sócios da PAVETEC por improbidade administrativa,  além da quebra do sigilo fiscal e bancário da PAVETEC e dos sócios para verificar esse aumento do patrimônio de 4.200% tão de repente.


Tudo isto mostra que Castelo Faz, Castelo sabe fazer.

4 – O PROJETO ELEITOREIRO CHAMADO VLT.

Castelo passou 3 anos articulando um projeto eleitoreiro para executar no último ano de Mandato. Chegado o período eleitoral, ele simula e tenta transformar São Luís num canteiro de obras: Asfaltos derramados pra todo lado, pinturas de escolas e suposta solução dos transportes coletivos com compra de um trem (VLT), escondendo da população o projeto, as licitações e os estudos de impactos que isto pode causar.


Mesmo estar pronta a linha, Castelo autorizou o veículo ficar fazendo viagens de 800 metros levando pessoas iludidas e aproveitando a situação para fazer propaganda política de um projeto que falta muito para terminar.

ELAS PENSAVAM QUE JÁ ESTAVAM INDO PARA SEUS BAIRROS. TIVERAM QUE DESCER NO MERCADO DO PEIXE.
O candidato Edivaldo Holanda Junior acha o projeto importante e diz que dará uma solução para os transportes coletivos de São Luís sem iludir a população , detalhando todos os pros e contras com a participação da população como Jackson fez.

O VLT está acompanhado de indícios fortes de mais desvios de recursos públicos. A obra foi anunciada a um custo total de R$ 19.001.484,05. Mas Castelo já pagou R$ 40.042.677,48. Veja os dados extraídos da própria prefeitura:

Castelo Faz, Castelo sabe fazer.

5 - PARA TIRAR O FOCO DAS DENÚNCIAS COMPROVADAS CONTRA SI, CASTELO PARTE PARA A ESTRATÉGIA DE ESPALHAR BOATOS SOBRE EDIVALDO HOLANDA JUNIOR.

Chegando ao ponto de acusar o candidato de formação de milícia para matá-lo.

Daí a campanha virou um palco de baixarias com Castelo acusando e Edivaldo se defendendo.