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sábado, 1 de agosto de 2020

O POVO COMEÇOU A ENXERGAR A VERDADE - Pesquisa realizada hoje!

PAULINO NEVES: Estelionato eleitoral bate nas portas dos moradores


Segundo o artigo 171 do Código Penal, estelionato é induzir ou manter alguém em erro, para obter vantagem ilícita, em prejuízo de outro.
Com a proximidade das eleições, muitos malfeitores da política aproveitam situações e até a desinformação da população para aplicar suas maracutaias.
COMO ASSIM?
Sujeitos que têm passado sujo e impedidos pela Lei para registrar candidaturas – dissimulam perante à população suas candidaturas e as anunciam nos quatro cantos – mesmo sabendo que não podem ser candidatos – isto é estelionato (enganação do povo).
EM SEGUIDA VEM O GOLPE
Na fase de registro das candidaturas, o dissimulado pré-candidato (que já sabia que não podia se candidatar) aparece perante o povo enganado para dizer que surgiu um problema com seu nome na Justiça Eleitoral e aí apresenta um achegado (um laranja) como seu candidato e atribui toda essa situação aos adversários.
É o caso do cidadão conhecido em Paulino Neves pela alcunha de “Raimundinho” ou “Raimundo Lídio”, que responde uma dezena de processos criminais e por improbidade administrativa na Comarca de Tutóia e já está impedido de se candidatar a qualquer cargo.
Também constitui estelionato eleitoral prometer aquilo que não se pretende ou não se pode cumprir é o que está acontecendo em Paulino Neves e em muitos outros municípios do Maranhão.

sexta-feira, 31 de julho de 2020

BOMBA!! O ataque do STF aos bolsonaristas é apenas dissimulação – o alvo principal é outro

Uma atenta leitura das duas peças de investigação judicial eleitoral em curso no TSE - Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente eleito Jair Bolsonaro e seu Hamilton Mourão – se detecta as razões do forjado Inquérito nº 4.781 do STF - Supremo Tribunal Federal – Inquérito destinado a reforçar/arranjar ou forçar a cassação dos mandatos de Bolsonaro e Mourão. 

CONFIRA ESTA SUJEIRA JURÍDICA 

Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral Nº 0601779-05.2018.6.00.0000, no TSE, o então Ministro JORGE MUSSI, Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, não aceitou parar o processo para encaixar forjadas provas, registrou o Ministro nos autos: 

“Demais disso, neste feito já consta relatório conclusivo datado de 25.9.2019 (ID 16864788) e parecer do ilustre representante do Ministério Público Eleitoral (ID 16909538), juntado em 30.9.2019, encontrando-se os autos conclusos, desde então, para confecção do voto e inclusão em pauta de julgamento pelo Plenário

Quando o Ministro JORGE MUSSI saiu do processo, o esquema entrou em ação. Veja que desde 30.9.2019 o processo que responde Bolsonaro e Mourão estava pronto para confecção do voto e inclusão em pauta de julgamento pelo Plenário do TSE. 

Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral Nº 0601771-28.2018.6.00.0000, conexa à primeira, o novo Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, Ministro Og Fernandes tentou resistir ao esquema – despachou dizendo que entendia incabível suspender o processo no TSE até a conclusão do Inquérito nº 4.781 do STF. 

Mas depois, o Ministro Og Fernandes cedeu à pressão e despachou: 

“DEFIRO o pedido para consultar o Ministro Alexandre de Moraes sobre o compartilhamento dos frutos das diligências determinadas por sua Excelência, no âmbito do Inquérito nº 4.781/DF, em trâmite no Supremo Tribunal Federal”

Assim, Alexandre de Moraes assumiu o controle dos processos contra Bolsonaro e Mourão por meio de apenas um Ofício. 

O esquema consiste em utilizar as provas do forjado inquérito do STF para operacionalizar a cassação de Jair Bolsonaro e Mourão. Prova que as investigações do TSE inocentam Bolsonaro e Mourão. 

O plano B foi montar a desesperada operação de invadir lares de apoiadores de Bolsonaro na tentativa de acharem alguma prova que ajude na cassação de seu mandato – fuçaram nos celulares, nos notebooks, nas gavetas, debaixo de camas, nos quintais, nos telhados e nas redes socias dos apoiadores de Bolsonaro e não encontram nada pertinente aos processos no TSE. 

Para disfarçar os membros do STF estão fazendo essa grande dissimulação de fake News contra ministros do Supremo – enquanto na verdade os alvos são Bolsonaro e Mourão. 

Relembrando, no TSE, os processos já estavam pautados para julgamento – foram tirados de pauta para encaixarem o esquema do forjado inquérito do STF capitaneado por Alexandre de Moraes e Toffoli. 

Os advogados de Bolsonaro e Mourão já enxergaram esse esquema ou estão preservando as amizades supremas? 

BOLSONARO E MOURÃO - ABRAM OS OLHOS!! ESTÃO ESCUTANDO VOCÊS - INIMIGOS MORTAIS!!

Se não acordarem para essa armadilha, dormirão como presidente e vice, mas acordarão debaixo de vara e expulsos do Palácio do Planalto.

Em Inglês👇

BOMB!! The STF's attack on bolsonaristas is just a cover-up - the main target is another


A careful reading of the two pieces of electoral judicial investigation underway in the TSE - Superior Electoral Court against President-elect Jair Bolsonaro and his Hamilton Mourão - the reasons for the forged Inquiry No. 4,781 of the Supreme Court - Supreme Court - Inquiry aimed at reinforcing / arrange or force the cancellation of Bolsonaro and Mourão's mandates.

CHECK THIS LEGAL DIRT

In the Electoral Judicial Investigation Action No. 0601779-05.2018.6.00.0000, in the TSE, the then Minister JORGE MUSSI, General Inspector of Electoral Justice, did not accept to stop the process to fit forged evidence, the Minister recorded in the file:

“Furthermore, this fact already contains a conclusive report dated 9.25.2019 (ID 16864788) and opinion of the illustrious representative of the Public Electoral Prosecutor's Office (ID 16909538), joined on 9.30.2019, and the records have since been concluded for making of the vote and inclusion in the Plenary's judgment agenda ”.

When Minister JORGE MUSSI left the process, the scheme went into action. See that since September 30, 2019 the process that Bolsonaro and Mourão responds to was ready for the vote to be made and included in the trial agenda by the TSE Plenary.

In the Electoral Judicial Investigation Action No. 0601771-28.2018.6.00.0000, connected to the first, the new Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, Minister Og Fernandes tried to resist the scheme - he dispatched saying that he thought it impossible to suspend the process in the TSE until the conclusion of the STF No. 4,781 survey.

But then, Minister Og Fernandes gave in to the pressure and dispatched:

"I DEFY the request to consult Minister Alexandre de Moraes on the sharing of the fruits of the diligences determined by His Excellency, in the scope of Inquiry No. 4,781 / DF, pending before the Supreme Federal Court".

Thus, Alexandre de Moraes took control of the lawsuits against Bolsonaro by means of just a letter.

The scheme consists of using the evidence from the forged STF investigation to operationalize the impeachment of Jair Bolsonaro and Mourão. It proves that TSE investigations exonerate Bolsonaro and Mourão.

Plan B was to mount the desperate operation to invade the homes of Bolsonaro supporters in an attempt to find some evidence that will help in the termination of his term - they went through cell phones, notebooks, drawers, under beds, in backyards, on roofs and in social networks of Bolsonaro's supporters and find nothing pertinent to the TSE processes.

In order to disguise the members of the Supreme Court, they are doing this great fake News dissimulation against Supreme Court ministers - while in reality the targets are Bolsonaro and Mourão.

Recalling, in the TSE, the processes were already ruled for judgment - they were removed from the agenda to fit the scheme of the forged STF investigation led by Alexandre de Moraes and Toffoli.

Have Bolsonaro and Mourão's lawyers already seen this scheme or are they preserving supreme friendships?

BOLSONARO AND MOURÃO - OPEN YOUR EYES !! THEY ARE LISTENING TO YOU - DEADLY ENEMIES !!

If they do not wake up to this trap, they will sleep as president and vice, but they will wake up under a stick and expelled from the Planalto Palace.

FEDEU!! Jornalista começa soltar provas de espionagem e conspiração contra Bolsonaro

Jornalista se exila nos EUA para fazer denúncia gravíssima - no Brasil seria executado


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quinta-feira, 30 de julho de 2020

CAXIAS: Hipócrita deputado de olho grande na “Princesa do Sertão”

Pra quem vê causa repugnância pelo tamanha da hipocrisia.

Trata-se de um vídeo no qual o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Caxias, Adelmo Soares (PCdoB), na frente do Ministério Público cobra transparência da gestão de Caxias quanto a recursos para combate ao coronavírus.

O deputado quer saber o destino de mais de R$ 40 milhões que foram destinados à gestão do prefeito Fábio Gentil para combate à pandemia em Caxias.

O hipócrita deputado não tem a mesma atitude para com seu parceiro Flávio Dino, cujo governo está sendo investigado por desvios de centenas de milhões de recursos federais que veio para o combate ao coronavírus e obras de infraestrutura no Maranhão.

Sobre o esquema - Consórcio Governadores Do Nordeste, o hipócrita deputado silencia como um comparsa - R$ 9,4 milhões de dano ao erário estadual.

sobre R$ 4.776.500‬,00 rapinados só numa primeira compra de respiradores da China, o deputado Adelmo Soares (PCdoB) fica mudo e surdo - não esboça nem sinais.

Sobre os R$ 105,2 milhões de reais do esquema pavimentação com indícios de crimes de lavagem por esquemas de aditivos na gestão de Clayton Noleto (PC do B), o deputado não dá um pio (CONFIRA ...).

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Jovens! antes de decidirem pelo Jornalismo leiam isto

Um corajoso alerta de como vocês irão destruir as suas próprias vidas, e as reputações e vidas de outros.
“A Arthur Sulzberger,
É com tristeza que escrevo para dizer que estou renunciando ao meu cargo no The New York Times.
Entrei no jornal com gratidão e otimismo há três anos.
Fui contratada com o objetivo de trazer vozes que de outra forma não apareceriam em suas páginas:
escritores iniciantes, centristas, conservadores e outros que não pensariam naturalmente no The Times como sua casa.
A razão desse esforço era clara:
o fracasso do jornal em antecipar o resultado das eleições de 2016 significava que ele não tinha uma compreensão firme do país que abrange.
Tenho orgulho do meu trabalho como escritora e como editora.
É com tristeza que escrevo para lhe dizer que estou renunciando ao The New York Times.
Mas as lições que deveriam ter seguido a eleição – lições sobre a importância de entender outros americanos, a necessidade de resistir ao tribalismo e a centralidade da livre troca de ideias para uma sociedade democrática – não foram aprendidas.
Em vez disso, surgiu um novo consenso na imprensa:
que a verdade não é um processo de descoberta coletiva, mas uma ortodoxia já conhecida por alguns poucos esclarecidos cujo trabalho é informar todos os outros.
O Twitter não está no cabeçalho do The New York Times.
Mas o Twitter se tornou seu editor definitivo.
As matérias jornalísticas são escolhidas de maneira a satisfazer o público mais restrito, em vez de permitir que um público curioso leia sobre o mundo e depois tire suas próprias conclusões.
Sempre fui ensinada que jornalistas eram encarregados de escrever o primeiro rascunho da história.
Agora, a própria história é mais uma coisa efêmera moldada para atender às necessidades de uma narrativa predeterminada.
Minhas próprias incursões em wrongthink me tornaram objeto de constante bullying por colegas que discordam de minhas opiniões.
Eles me chamaram de nazista e racista.
Vários colegas que pareciam amigáveis ​​comigo foram ofendidos por colegas de trabalho.
Meu trabalho e pessoa são abertamente desprezados.
Colegas de trabalho insistem que eu preciso ser eliminada para que essa empresa seja realmente “inclusiva”, enquanto outros postam emojis de ódio ao lado do meu nome.
Ainda outros do The New York Times publicamente me criticam como mentirosa e fanática no Twitter, sem medo de que me incomodar seja recebido com a ação apropriada.
Existem termos para tudo isso: discriminação, ambiente de trabalho hostil.
Não entendo como você permitiu que esse tipo de comportamento continuasse dentro da sua empresa, com vista para toda a equipe do jornal e o público.
E certamente não sei como você e outros líderes do The Times permaneceram ao mesmo tempo em que me elogiavam em particular por minha coragem.
Aparecer como centrista em um jornal americano não deve exigir coragem.
Parte de mim gostaria de dizer que minha experiência foi única.
Mas a verdade é que a curiosidade intelectual – e muito menos a assunção de riscos – é agora uma desvantagem no The Times.
Por que editar algo desafiador para os nossos leitores ou escrever algo ousado quando podemos garantir a segurança ideológica (e cliques) publicando nosso 4000º artigo argumentando que Donald Trump é um perigo único para o país e o mundo?
E assim, a autocensura se tornou a norma.
As regras que ainda permanecem no The Times são aplicadas com extrema seletividade.
Se a ideologia de uma pessoa está de acordo com a nova ortodoxia, ela e seu trabalho permanecem sem escrutínio.
Todo mundo vive com medo do domo digital.
O veneno online é dispensado desde que direcionado aos alvos adequados.
Os artigos publicados normalmente, há apenas dois anos, agora colocariam um editor ou escritor em sérios problemas, se não fosse demitido.
Se uma peça é considerada suscetível de inspirar reação interna ou nas mídias sociais, o editor ou escritor evita divulgá-la.
E se, de vez em quando, ela consegue publicar uma peça que não promove explicitamente causas comunistas, isso acontece apenas depois que todas as linhas são cuidadosamente massageadas, negociadas e cavadas.
O papel do registro é, cada vez mais, o registro daqueles que vivem em uma galáxia distante, cujas preocupações são profundamente removidas da vida da maioria das pessoas.
É uma galáxia na qual, para escolher apenas alguns exemplos recentes, o programa espacial soviético é elogiado por sua “diversidade”.
doxing de adolescentes em nome da justiça é tolerado; e os piores sistemas de castas da história da humanidade incluem os Estados Unidos ao lado da Alemanha nazista.
Mesmo agora, estou confiante de que a maioria das pessoas do The Times não defende essas opiniões.
No entanto, eles são intimidados por quem o faz.
Por quê?
Talvez porque eles acreditem que o objetivo final seja justo.
Talvez porque eles acreditem que receberão proteção se concordarem enquanto a moeda de nosso reino – a linguagem – é degradada em serviço a uma lista de lavanderia em constante mudança das causas certas.
Talvez porque haja milhões de desempregados neste país e eles sintam a sorte de ter um emprego em uma indústria contratante.
Ou talvez seja porque eles sabem que, hoje em dia, defender princípios no jornal não ganha aplausos.
Tudo isso é um mau presságio, especialmente para jovens escritores e editores de mente independente, prestando muita atenção ao que terão que fazer para avançar em suas carreiras.
Regra Um: Fale sua mente por sua própria conta e risco.
Regra Dois: Nunca arrisque encomendar uma história que vá contra a narrativa.
Regra Três: Nunca acredite em um editor ou editor que exija que você vá contra a corrente. Eventualmente, o editor desmoronará na multidão, o editor será demitido ou transferido e você ficará pendurado para secar.
Para esses jovens escritores e editores, há um consolo.
Enquanto lugares como o The Times (Estado, Folha, Globo) e outras grandes instituições jornalísticas traem seus padrões e perdem de vista seus princípios, os americanos ainda anseiam por notícias precisas, opiniões vitais e debates sinceros.
Eu ouço essas pessoas todos os dias.
“Uma imprensa independente não é um ideal socialista ou um ideal comunista ou um ideal antidemocrático.
É um ideal americano”, você disse há alguns anos atrás.
Eu não poderia concordar mais.
A América é um ótimo país que merece um ótimo jornal.
Nada disso significa que alguns dos jornalistas mais talentosos do mundo ainda não trabalham para este jornal.
Eles fazem, e é isso que torna o ambiente iliberal especialmente de partir o coração.
Serei, como sempre, um leitor dedicado de seu trabalho.
“Mas não posso mais fazer o trabalho que você me trouxe aqui para fazer – o trabalho que Adolph Ochs descreveu na famosa declaração de 1896:
tornar as colunas do The New York Times um fórum para a consideração de todas as questões de importância pública e, para esse fim, convidar discussões inteligentes de todos os tipos de opinião.”
A ideia de Ochs é uma das melhores que já encontrei.
E sempre me confortei com a noção de que as melhores ideias vencem.
Mas as ideias não podem vencer por conta própria.
Elas precisam de uma voz.
Elas precisam de uma audiência.
Acima de tudo, elas devem ser apoiadas por pessoas dispostas a viver com elas.
Atenciosamente,
Bari “
Sigam Bari no Twitter e escolham uma profissão que lhes tragam dignidade e especialmente humildade para servirem os outros e não a si mesmos.