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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

SEGURANÇA DAS URNAS ELETRÔNICAS? Confira a postagem PASME-SE! e tire sua conclusão!


Basta pequeno conhecimento de informática para saber que urnas eletrônicas são manipuláveis, principalmente num país de pessoas corruptas como o Brasil.

O TSE diz que tem uma equipe própria de desenvolvimento de software, mas, no entanto, não é transparente quanto a esse aspecto.

QUEM COMPÔE ESSA ESQUIPE?

Diz também que usa os sistemas:

- GEDAI-EU (gerenciador de dados);

- SCUE (programa responsável por inserir os dados da eleição nas urnas);

- ATUE (executa testes para validar o funcionamento das urnas);

- VOTA (coleta e apura os votos de uma seção eleitoral).

Em 2018 Hackers invadiram o sistema GEDAI-EU (gerenciador de dados) e pegam dados confidenciais (CONFIRA ...).

Em 2019 peritos da PF, em testes, quebraram a segurança dos sistemas do TES e acessaram informações como o nome dos candidatos e a lista de eleitores (CONFIRA ...).

“Para o dono da urna, ela é segura, pois ninguém consegue provar o contrário, uma vez que ninguém tem acesso a ela. Logo, a palavra de quem gere a máquina é única”. E quem é “dono” da urna? “O Tribunal Superior Eleitoral” (TSE)”, afirma o PHD Pedro Antônio Dourado Rezende - consultor em criptografia e segurança em informática (CONFIRA E PASME! ...).

Desde 2014 que se detecta que as urnas eletrônicas são passiveis das seguintes falhas (CONFIRA ...):

1 - Pode apresentar falhas na geração de números aleatórios para fins de segurança;

2 - Qualquer pessoa com acesso ao código da urna também tem acesso a essa chave de segurança;

3 - Tem uma segunda chave embutida no código usado para proteger mídias;

4 - Há a possibilidade de conexão com a internet em um sistema que gera mídias no TSE.

O argumento de Transparência do TSE

É a de que, partidos políticos, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Ministério Público podem acompanhar as fases de especificação e de desenvolvimento dos sistemas eleitorais por meio de representantes formalmente indicados e qualificados perante a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do TSE. Como se isso fosse credencial de confiança para alguma coisa.

A questão não é esta, é o que fazem depois – “ninguém sabe, ninguém viu”.

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