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sábado, 3 de agosto de 2019

SÓ PARA OS QUE TÊM SANIDADE: O único objetivo de Bolsonaro sem o qual não adianta fazer nada no Brasil


Por Que Bolsonaro Tem Um Único Objetivo?
Análise do catedrático Prof.  Stephen Kanitz*

Vou imediatamente conceder aos antigovernos democraticamente eleitos e aos anti-Bolsonaros que é fato preocupante ter um presidente com um único objetivo.

Um presidente deveria ter n objetivos.

Por isso ele não se empenha na aprovação da Previdência, na melhoria do ensino, não ouve ninguém que não comunga desse seu foco único.

O seu objetivo é outro, que vou revelar adiante.

Por outro lado devo lembrar que FHC, Lula e Dilma também tinham somente um único objetivo.

O de se perpetuarem no poder, e isso a imprensa esquerdista acha normal.

Bolsonaro fez o mesmo diagnóstico de Dilma, FHC, Sarney e Jânio Quadros, 50 anos atrás.

O Brasil, do jeito que se desenvolveu, é ingovernável.

“Governar o Brasil não é impossível, é inútil.”

Por isso Bolsonaro não perde tempo tentando governar o ingovernável, certo ele.

Primeiro precisamos limpar esse pântano aparelhado pelos membros da Quarta Classe, do Oiapoque ao Chuí.

Bolsonaro sabe que 35 partidos paralisam esse país, daí a Reforma Política que ele está preparando.

O STF não deixa ninguém governar, o Congresso só quer vender seus votos, a imprensa só publica Fake News para derrubar quem quer que esteja no poder.

Mas Bolsonaro quer tornar, à sua maneira, o Brasil governável novamente.

Já reduziu os ministérios, para algo mais administrável.

Colocou Militares que cursaram “Estratégia e Alta Administração“ na escola de comando, em vários ministérios.

É a primeira vez na História do Brasil, que temos Ministros com algum conhecimento de Alta Administração, finalmente.

Isso é o mais próximo que vi de Administração Responsável das Nações que defendo que deveria ser obrigatório para todo governante e Ministro.

Ministros Militares que aprenderam logística, liderança, avaliação, planejamento estratégico, etc.

O curso só não ensina Marketing, óbvio, daí o grande ponto fraco de Bolsonaro.

Bolsonaro criou a MP da Liberdade Econômica, reduzindo os inúmeros impedimentos para empreender.

Bolsonaro se recusa a ceder às constantes chantagens de Rodrigo Maia, do Centrão, do baixo clero e da imprensa.

Somos tão mal administrados no andar de cima que a famosa consultoria mundial de administração McKinsey, também desesperada com esse fato, ofereceu fazer uma consultoria grátis.

Para implantar no Palácio do Planalto um sistema de tomada de decisão e administração à altura de nossas necessidades.

Dilma, por ser do PDT, recusou porque era uma empresa americana.

Fico muito triste em constatar que fui o único formado em administração por Harvard a participar de um governo, 40 anos atrás.

Quando fui um dos primeiros a confirmar que administrar essa bagunça montada a esmo é impossível e inútil, tal a falta de conhecimentos básicos de administração de todos em volta.

Por isso apoio Bolsonaro nesse seu objetivo único.

Há tempos alguém deveria ter percebido o óbvio.

Mas vejo que a ignorância generalizada em administração e os interesses de se manter esse país desorganizado para poderem roubar sem rastro, podem prevalecer.

*Quem é Stephen Kanitz

Foi um dos precursores de análise de risco e crédito com seu artigo "Como Prever Falências", na Revista Exame 12/1974 que ficou conhecido como o Termômetro de Kanitz. Análise de risco abriu a possibilidade de crédito a pequenos empresários e pessoas mais pobres, antes dispensada somente àqueles mais ricos da população.

Em 1975 criou a edição anual Melhores e Maiores da revista Exame, determinando as empresas com melhor desempenho global de cada ano, iniciando no Brasil o movimento conhecido como benchmarking, seis anos antes de Tom Peters fazer o mesmo nos Estados Unidos em 1981, com o seu livro Em busca da Excelência. Em 1992 foi um dos líderes que disseminaram o conceito de Responsabilidade Social das Empresas, criando o primeiro site de voluntariado, www.voluntarios.com.br, e o primeiro site de doações on line na internet, o www.filantropia.org.

Em 1995 criou o Prêmio Bem Eficiente, que anualmente premia as 50 melhores entidades beneficentes do Brasil e ajudou a colocar o terceiro setor na agenda jornalística do país. Condecorado com a Grã Cruz da Ordem Dos Cavaleiros de Malta pro-Mérito Militensi, pelo seu trabalho social promovendo o Prêmio Bem Eficiente.

Em 1994 publicou O Brasil que Dá Certo, que chegou à 32ª edição e lhe deu o Prêmio Jabuti de 1995Foi um dos poucos que previram o sucesso do Plano Real, que iria erradicar definitivamente a inflação no País, que a bolsa cresceria 10 vezes nos 10 anos seguintes, e o futuro empresarial seria fornecer produtos populares para os mercados de baixa renda.[1]

Tornou-se conhecido no Brasil principalmente por sua coluna na revista Veja, entre 1998 e 2009, na seção Ponto de Vista. Em parceria com Cecilia Akemi, Edison Castilho, Eliseu Martins, Lázaro Plácido Lisboa, Luiz Benatti, Nena Gerusa Cei, Sérgio de Iudícibus, escreveu Contabilidade introdutória (livro-texto e livro-exercício) - Editora Atlas, que vendeu 5 milhões de cópias e se tornou o livro texto de Contabilidade no país.