11 de abr de 2019

SE ELE NÃO TIVESSE REVELADO AO MUNDO A CRUELDADE AMERICANA....

A notícia nesta quinta-feira (11), da prisão do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pela polícia britânica na embaixada do Equador, em Londres, demonstra como andam a política dos direitos humanos mundo afora. Julian Assange, através do WikiLeaks divulgou documentos confidenciais de governos e empresas, mostrando, inclusive, a execução de civis -  soldados se divertiram matando civis, jornalistas e crianças numa van, no Iraque.

Os EUA nas suas escaladas de domínios, mata quem bem entender e se divertem. Foi assim nos assassinatos de emboscada, que metralharam jornalistas da Agência de Notícias Reuters. Não pouparam nem crianças que estavam numa van escolar. A sede de sangue derramado dá a cor de seus olhos.

Um fato que jamais deveria ser esquecido. O jornalista da Reuters, Saeed Chmagh rasteja baleado é ajudado pelos ocupantes de uma van escolar, mas todos são mortos pelas rajadas poderosas do helicóptero Apache americano - uma maquina de guerra temível pelos mais bem preparados exércitos do mundo (Confira o poder dessa arma).

OBSERVAÇÃO: Várias cenas deste vídeo foram descritas pelo repórter do Washington Post, David Finkel em seu livro "The Good Soldiers".

Do outro lado, malucos sedentos de vingança contra os EUA fazem muita gente sofrer. Nessa guerra, os EUA fazem o mesmo terrorismo que os malucos extremistas. No vídeo se vê a emboscada americana contra civis onde se encontrava jornalistas da Agência de Notícias Reuters. Até os socorristas e crianças eles eliminaram numa forma de diversão. Depois pedem para aparecer uma arma no local da emboscada para dizer que as pessoas assassinadas estavam armadas e atirando nas tropas americanas. 

Se o WikiLeaks não tivesse descriptografado o vídeo do helicóptero o mundo nunca saberia como os EUA agem com gente que eles julgam empecilhos para seus negócios - o petróleo é o tesouro que mais lhe interessa. Também de forma criminosa agem as autoridades britânicas e o presidente equatoriano, Lenín Moreno, que suspendeu o asilo que concedia a Julian Assange. Agora, os EUA está ávido para completar a matança e derramar o sangue do fundador do WikiLeaks.