18 de jun de 2013

JORNALISTA DO GRUPO SARNEY PUBLICA BESTEIRA E É DURAMENTE CRITICADO NAS REDES SOCIAIS.

Este blog sempre foi crítico em relação a atuação das polícias – civil e militar – e carrega mesmo nas tintas quando um policial é pego em atitude que não condiz com a sua missão social.
Mas este blog faz um elogio público à ação da polícia de vários estados, que se vê as voltas com estas tais “manifestações” sem pé-nem-cabeça, que surgiram de uma hora para outra.
Manifestações estas forjadas por espertalhões partidários e sindicais, que manipulam toda sorte de delinquentes e alienados.
Reivindicam o nada, protestam contra o nada e têm o nada como objetivo.
Um policial não é obrigado a resistir a um facínora soltando bolhas de sabão em sua cara. Nem é obrigado a ficar olhando um babaca “pseudo-comunista” fazendo estripulias em sua frente.
Reuters/Sergio Moraes  / Manifestante chuta uma bomba de gás lacrimogênio atirada pelos policiais durante o confrontoAs “manifestações” que se alastraram de uma hora para outra país a fora não têm qualquer razão de ser. As reivindicações são tolas, os objetivos obscuros e a razão inócua.
Se quisessem mesmo protestar contra as obras da Copa do Mundo, estes imbecis tiveram tempo de sobra para isso – afinal, a decisão saiu em 2007. Se tivessem feito antes, talvez até tivessem mudado o cronograma de obras e o desperdício de recursos públicos.
Mas, agora, é oportunismo barato e vagabundo, coisa de quem não tem o que fazer – geralmente manipulados por partidos da esquerda sem rumo, sindicatos e ONGs desocupadas.
Estes mesmos desocupados já se preparam para manipular estudantes alienados, delinquentes e picaretas partidários em um movimento parecido aqui em São Luís.
Reivindicarão o quê? um aumento de tarifa de ônibus que nem ocorreu em São Luís? Gastos públicos com a copa, que nem ocorre em São Luís?
Ou repetirão as mesmas frases de efeito de sempre, contra a segurança, contra grupos políticos específicos e pela educação e saúde?
Para estes, a polícia deve estar preparada. E se precisar agir, que aja com todas as usa prerrogativas legais.
Este blog não fará gracinhas para marginais, delinquentes e alienados.
Que precisam encontrar o que fazer…


15 comentários para "Coisa de delinquentes e alienados…"


  1. SGT DO 6 BPM
    BRASIL ABAIXO DO IMPERIALISMO DA GLOBO, GLOBO É CONTA O PRÉ-SAL E CONTRA PEC 300 E A FAVOR DA PEC 37 OU PEC DA IMPUNIDADE!!!!!!
  2. José Gabrie Ferreira
    PARABENS pelo preciso, oportuno e abalizado comentario no post.Quem são e o que na verdade pretendem esses energumenos? Estamos sabendo que nas cercanias do SISTEMA que você faz parte, ocorreram movimentação estranha nos ultimos dias, com caracteristicas de arregimentação para manifestação popular. Você poderia levantar os fatos e nos informar se é veridico ou não.
  3. Joana
    Nossa, nunca vi tanta bobagem em um texto só. Por isso que o Brasil continua desse jeito. Pq existem pessoas que apenas ficam de braços cruzados aceitando toda a corrupção e a miséria do povo, quando uma parte pequena da população é beneficiada com dinheiro público. As pessoas estão fazendo isso de forma legítima, vivemos em uma democracia . Ficar de braços cruzados vendo as coisas acontecerem é que não dá pra ficar.
  4. otavio serra
    Beleza de texto…concordo em genero, número e grau
  5. João
    Até que eu estava contra essas tais manifestações, mas a partir de ontem comecei a ver com outros olhos. Quando você diz: – “manifestações” sem pé-nem-cabeça, que surgiram de uma hora para outra. Você não está retratando o que o povo passa, e só agora antes tarde do que nunca e com a mídia focada no Brasil para poder protestar e ser visto. O povo não está reclamando pelo aumento de 5, 10, 15 centavos na passagem de ônibus, e sim pela qualidade, mobilidade, corrupção, saúde, saneamento básico, segurança e por todas as promessas que os figurões fizeram na campanha. E aí? sem-pé-nem-cabeça é querer ser simples assim.
  6. Leitor blogs
    Análise/Leonardo Avritzer
    O que as manifestações no Brasil nos dizem?
    Os protestos mostram que as políticas inclusivas e participativas do governo federal chegaram a um limite
    por Fórum de Interesse Público — publicado 18/06/2013
    O Brasil foi despertado de um certo torpor antipolítico por meio de um conjunto de manifestações públicas que tomaram as ruas das principais cidades brasileiras na última semana.
    Duramente reprimidas, especialmente na cidade de São Paulo, estas manifestações foram classificadas como desordem ou baderna por um conjunto de políticos e meios de comunicação que nos lembraram a Inglaterra no século XIX ou do Brasil antes da nossa democratização recente.
    Nada de surpreendente até ai.
    No entanto, a questão que se coloca é: qual é o significado destas manifestações?
    Na minha opinião elas são um sinal de que as políticas inclusivas e participativas do governo federal chegaram a um limite e é necessário ampliá-las e estendê-las para a área de infraestrutura. O transporte público é apenas uma questão cujo impacto pode ser ou não passageiro.
    Antes de abordar esta questão, gostaria de mostrar como eu vejo os avanços na questão da inclusão e da participação nos útimos 10 anos.
    Encontro-me entre os que acreditam existir fortes avanços na inclusão social e na participação no Brasil nos últimos anos. O Bolsa Família e os aumentos do salário mínimo foram importantes na criação de um processo de mobilidade social que não devemos subestimar.
    O Brasil é um dos países onde a pobreza mais diminuiu e onde o crescimento econômico dos últimos anos teve um dos maiores impactos distributivos.
    Ao mesmo tempo, as conferências nacionais do governo Lula, continuadas pelo atual governo, envolveram quase 6 milhões de pessoas e criaram um canal real de comunicação entre a sociedade civil e o Estado.
    Mas estas políticas ou se esgotaram ou alcançaram um patamar de estabilidade desde 2010.
    A inclusão de novos grupos na assim chamada nova classe média estagnou e, com ela, um certo aumento na capacidade de consumo. Ao mesmo tempo, a inclusão de novos grupos sociais gerou fortes problemas na infraestrutura e na oferta de bens públicos criando gargalos que hoje estão sendo enfrentados pelo governo. E aí aparece uma característica do atual governo que é preciso apontar: a pouquíssima disposição para a negociação em questões econômicas e de infraestrutura.
    É possível afirmar que a previsão de qualquer fenômeno é muito difícil nas ciências sociais. Ainda asssim, é possível afirmar que estas manifestações que varreram o Brasil na última semana foram anunciadas por um conjunto de conflitos que ocorreram no país nos últimos 12 meses, a saber: as manifestações e as ações da sociedade civil contra a construção de Belo Monte; a forma antissocial como as principais obras para a Copa do Mundo estão sendo conduzidas com remoções forçadas e ao arrepio da lei em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro entre outras cidades; a repressão de diversas manifestações da juventude nas capitais e o assassinato de indígenas na desocupação de terras pela Polícia Militar no estado do Mato Grosso do Sul.
    Estes conflitos podem ser considerados o pano de fundo que está por trás destas manifestações: a falta de uma concepção de participação da sociedade civil e dos movimentos sociais na área da infraestrutura. Vale a pena entender melhor por que a sociedade civil brasileira tem tão pouca participação nesta área.
    A participação da sociedade civil e dos movimentos sociais no Brasil foi forjada durante as lutas pela redemocratização do País. Durante este periodo, a sociedade civil brasileira reivindicou a participação em diversas políticas públicas entre as quais valeria a pena destacar a saúde e as políticas urbanas.
    Todas estas áreas se tornaram fortemente participativas como resultado das decisões tomadas durante a Asembleia Nacional Constituinte. Mas aqui caberia a pergunta: por que não houve a reinvidicação de participação na área de infraestrutura?
    A resposta é simples: porque o Brasil viveu um apagão estrutural nesta área nos anos 80 e 90.
    Apenas nos últimos anos o Brasil voltou a se investir em infraestrutura e esta é a questão que se coloca hoje: ela tem se tornado o centro das políticas tanto do governo federal quanto dos governos municipais.
    Mas, quando pensamos a concepção de construção de infraestrutura existente hoje no país, ela é completamente antissocial. Alguns exemplos podem ajudar a esclarecer a questão: a construção do canteiro de obras de Belo Monte, por uma conhecida empreitera, foi feita em padrões que lembram os anos 70 e acabaram gerando greves e manifestações.
    A maneira como certas cidades brasileiras, entre as quais vale destacar o Rio de Janeiro e Belo Horizonte, estão construíndo a infraestrutura para a Copa do Mundo nega os direitos mínimos da população consagrados pelo Estatuto das Cidades. Ou seja, o Brasil está construindo infraestrutura urbana de forma absolutamente antissocial e este é o pano de fundo das manifestações que varreram as capitais brasileiras nas últimas semanas.
    Uma vez esclarecidos todos os pressupostos acima, cabe analisar o que é o movimento do passe livre e as suas reivindicações.
    Na minha opinião, a reivindicação do passe livre é um horizonte normativo desejável, mas impossível de ser efetivado pelas prefeituras neste momento. Mas, uma vez dito isto, cabe apontar que muito há a ser feito na área de transporte público no Brasil. Nosso país adotou um pacote pós-crise de 2008 que tinha como elemento central a redução de impostos para veículos automotores. Esta política não se coordenou com nenhuma política pública na área de transporte público.
    O número de carros nas cidades brasileiras aumentou enormemente, as condições daqueles que usam o transporte público pioraram e parte do aumento de custos nesta área está ligada ao aumento do número de carros que diminuiu a velocidade do transporte público urbano.
    Portanto, há sim uma agenda para melhorar as condições e o custo do transporte público e esta agenda deve ser abraçada pelo governo federal e pelas prefeituras dos diferentes partidos.
    O Brasil mais uma vez encontra-se em uma encruzilhada sobre como ele vai se apresentar ao mundo nos proximos 12 meses nos quais as atenções estarão voltadas para o país: ele pode se apresentar como a nação que entende os seus problemas sociais e o seu pesado legado, mas está tentando resolvê-los, ou como o país que continua marcado por uma política centenária de exclusão cujo fim ainda não se encontra claro.
    Está nas mãos de Dilma Rousseff, Fernando Hadadd, Sergio Cabral entre outros definir a maneira através da qual o Brasil irá se apresentar ao mundo.
  7. Maria Rita
    Não entendi esse seu post! Ao que me parece ele está totalmente no sentido contrário ao que você postou aqui:
    http://www.marcoaureliodeca.com.br/2013/06/17/sao-luis-se-inspira/ e aqui:http://www.marcoaureliodeca.com.br/2013/06/17/o-estopim-da-revolta-pode-estar-proximo/ …. o que foi hein, jornalista? Acordou de ovo virado? Tá variando? Ta comendo que o protesto chegue onde? Na casa da Alcione? Falando sério, o sucateamento da frota de onibus em sao luis, a falta de mobilidade urbana e a inação da Administração Pública Municipal por si são motivos suficientes para muitas manifestações, sem “estripulias”, sem “baderna” e principalmente sem vandalismo que é o que desejamos (claro que sempre surge um grupelho para vandalizar, mas aí que deve agir a PM e impedir)… portanto, não tem nada de delinquencia ou alienação… refaça seus passos…
    Resp.: o blog ten uma equipe que tem liberdade total para se manifestar. Este é o meu pensamento sobre o movimento. A de Aline é outra. E todos ae manifestam. Isto é democracia, coisa que vc dificilmente encpntrará nos blogs ditos oposicionistas…
  8. jose
    tá com medinho!
  9. ANALISTA
    Post anterior: “Mas, segundo argumentam os empresários, é impossível sustentar a situação, ou seja: a passagem vai aumentar”….e agora: “Reivindicarão o quê? um aumento de tarifa de ônibus que nem ocorreu em São Luís? Gastos públicos com a copa, que nem ocorre em São Luís?”…Depois de uma parada para reflexão constata-se para onde uma manifestação em são luís poderá descambar. Ou seja, o alvo não será o La Ravardiere e sim o Palácio dos Leões. Quanto a classificação da manifestação, com todo respeito que nutro por vc deça, discordo. Na verdade, as lideranças ainda não sistematizaram as reivindicações que são várias e legítimas. Por exemplo, no Maranhão ou mais especificamente temos várias, basta que as lideranças sistematizem as reivindicações…Talvez pareça desorganizado pq não tem o quê dos movimentos políticos (número exíguo), como sua organização e bandeiras tradicionais de luta, mas pensemos por exemplo a corrupção. O principal indutor da corrupção é a investidura, só pra ficar num exemplo quase imperceptível, de funcionários sem vínculo duradouro coma instituição (sem concurso público, ou seja, os cargos comissionados, no Brasil giram em torno de 40 mil (Eua 5 mil, Europa, no máximo 10 mil). Essa relação promíscua entre o político e os pau-mandados, já provado através de pesquisas, é a principal, ao lado da impunidade, mola propulsora da corrupção…essa causa, que parece pequenês está na base, e que poderia melhorar outros serviços (segurança, saúde, educação, etc..)…Grato pelo espaço…e continuarei aqui participando e contribuindo para o seu belo trabalho…
  10. Sr Marques
    Voce é só mais um deles. Na verdade voce é quem deve deixar claro de que lado está.
  11. Marc
    Alienado está esse blog
  12. Mauricio
    Prezado Marco,
    Pelo que percebi você esta totalmente por fora desse acontecimento, procure observar e ler antes de falar asneira.
  13. Lico
    Ta com medo.
    Que dizer que devemos ficar calados, pois o Maranhão ta tudo ótimo.
  14. maciel
    Conconcordo com vc JOANA!
    o nosso país não tem segurança publica, educação os piores indices, saúde defasada e muita corrupção, e ainda esse bobo do MARCO DEÇA diz manifestação sem pé e sem cabeça. a sua capital virou um campo de guerra quem não anda armada não se defende!
  15. Cláudio
    É isso falou tudo to com você, bando de oportunistas, vagabundos e marginais, porrada neles policia, muita porrada mesmo.