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terça-feira, 26 de março de 2013

A SERVIÇO DE GRILEIROS E DE ESPECULADORES DE TERRA, A JUSTIÇA DE PAÇO DO LUMIAR E A PM TEM MOSTRADO EFICIÊNCIA.


Em Paço do Lumiar existem 36 comunidades ameaçadas de despejo forçado por força de liminares dadas aos montes sem verificação da validade da documentação dos supostos proprietários.

A partir do assassinato do empresário Marggion Lanyere Andrade, descobriu-se um esquema de grilagem de terra nos municípios de Ribamar e Paço do Lumiar via falsificações de documentos nos cartórios desses municípios.

A justiça de Paço do Lumiar sabe disto e é quem vem dando estas liminares sem nenhum compromisso com a situação social, com mulheres e crianças, determinando que a tropa de choque fique a vontade para por em prática suas táticas violentas e odiosa dos desvalidos.

Segundo o delegado Carlos Alberto Damasceno que apura os crimes de grilagem, há envolvimento de fraudes cometidas com documentação de cartório em São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar e Vitória do Mearim.

De acordo com a polícia, outra pessoa que atuava junto com Junior do Mojó, “era o Empresário  Armando Oliveira Ramos, dono do Restaurante Cantinho da Roça que fica no bairro do Araçagy". Para à Comissão de delegados que cuida do caso, Armando terminou envolvendo vários parentes no  crime.

Contra os grandes grileiros de terras do Maranhão a justiça encolhe, não há liminares para expulsá-los, nem solicitação da força da tropa de choque para reintegração de posse.

A Câmara de vereadores de Paço do Lumiar está irmanada com a população ameaçada. Para o vereador Marcelo Portela, a situação é cruel e requer ações concretas do governo estadual e do governo municipal para evitar um dano maior.


Deixo a decisão de um juiz para verem como se faz justiça nestes casos (CONFIRA). 
Comentário(s)

2 comentários:

  1. Anônimo27.3.13

    Edgard. Li sua matéria e também a decisão judicial que informa que a ocupação da terra ocorreu em 1995 e que na época o proprietário entrou com a referida ação, não tendo sido atenddo pela morosidade da justiça e com isso a petição inicial ficou IMPROCEDENTE. É isso? Se for, me desculpe, mas quem está grilando não é o requerente, mas os responsáveis pela invasão com a benção da lenta justiça. Uma verdadeira imoralidade!

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  2. Soriane28.3.13

    Olá Edgar... faço parte de uma dessas comunidades que também está com uma liminar de despejo - Alto do Tambaú.
    Estamos desesperados, somos 39 familias, umas 240 pessoas... ja estabilizados e morando lá. Ja estamos lá há dois anos e só no final do ano de 2012 é que apareceu um suposto dono e a juíza Jaqueline Caracas rapidamente deferiu a liminar de despejo... nem seuqer mandou verificar a validade e veracidade do documento que o dá a propriedade da terra que pasme é de registro de 2012.
    O Oficial de Justiça ainda agiu de má fé intimando pessoas que nem moravam na ocupação para comparecerem na audiência e nós que somos os interessados não pudemos participar... e ele prontamente foi a favor da liminar.
    Agora dormirmos e acordamos temerosos com medo de que nossas casas caiam... não temos pra onde ir.
    E aqui deixo o meu recado: "JUIZA... o nosso direito a moradia é maior que que o direito a propriedade abandonada". Dia 04 de abril às 07h00 da manhã faremos uma manifestação.

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