terça-feira, 14 de agosto de 2012

DESCASO E CORRUPÇÃO: Os dois combustíveis que provocaram fogo no Hospital do IPEM – Carlos Macieira.

ABAIXO VOCÊ VERÁ QUE CURTOS-CIRCUITOS PODEM SER A CAUSA DO INCÊNDIO

Com uma reforma que já beira o custo de 100 milhões, o Hospital Carlos Macieira nunca foi terminado.


A obra começou sem licitação ao custo de R$ 38.691.452,32,  depois a obra foi superfaturada passando a custar R$ 78.244.995,11.

VEJA O ESQUEMA DO GOVERNO ROSEANA SARNEY:



- Contratou a construtora sem licitação afirmando que o custo da obra era R$ 38.691.452,32,  veja:

EXTRATO DO CONTRATO Nº 397/2009/SES – REF.: Processo nº 18763/2009/SES – PARTES: Secretaria de Estado da Saúde e a Empresa Fujita Engenharia Ltda – OBJETO: Contratação direta, de empresa especializada em engenharia hospitalar para ampliação, reforma e adaptação do Hospital Carlos Macieira, com o intuito de transformá-lo em um Complexo Hospitalar – VALOR: R$ 38.691.452,32 (trinta e oito milhões, seiscentos e noventa e um mil, quatrocentos e cinquenta e dois reais e trinta e dois centavos). .................... – SIGNATÁRIOS: RICARDO JORGE MURAD – Secretário de Estado da Saúde, pelo CONTRATANTE, e CARLOS ROBERTO CARVALHO FUJITA, pela CONTRATADA. MÁRCIA MARIA LEITE OLIVEIRA – Assessora Jurídica/SES.


- Não bastou, Roseana Contratou novamente a mesma construtora para o que ela e Ricardo chamou de “prosseguimento das obras de reforma e ampliação do Complexo Hospitalar Carlos Macieira”. A continuação da reforma agora passou a custar R$ 39.553.542,79, veja:


EXTRATO DO CONTRATO Nº 186/2011/SES – REF.: PROCESSO Nº 8612/2011/SES – PARTES: Secretaria de Estado da Saúde e a Empresa Fujita Engenharia Ltda – DO OBJETO: Contratação de empresa de Engenharia para execução da obra de Reforma e Ampliação do Complexo Hospitalar Carlos Macieira (obra de reforma parcial do Bloco 1 com área de 3.221,34 m², reforma parcial do Bloco 2 com área de 9.453,31m² de reforma, com área de 526,00 m² de ampliação, 24.600,00 m2 de urbanização externa, 2.605 m2 de fachada), estando este em funcionamento, na cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão – DO VALOR: R$ 39.553.542,79 (trinta e nove milhões, quinhentos e cinqüenta e três mil, quinhentos e quarenta e dois reais, e setenta e nove centavos) – .................................. – SIGNATÁRIOS: SÉRGIO SENA DE CARVALHO, Gestor do Fundo Estadual de Saúde, pelo Contratante e FREDERICO PIMENTEL DE PIMENTEL, pela Contratada. São Luís, 03 de agosto de 2011. CELSO HENRIQUE ANCHIETA DE ALMEIDA – Assessor Jurídico/SES.

A REFORMA MAQUIADA E OS DESCASOS FORAM AS CAUSAS DO INCÊNDIO.


OS FATOS:

- Após roubo de tubulação de gás medicinal, pôde se ver a fiação elétrica da caríssima reforma escondida sobre o forro, veja quantos fios elétricos soltos:
FIOS SOLTOS ENCOSTADOS EM TUBULAÇÕES DE GÁS - UM CONVITE PARA O FOGO EM CASO DE CURTO


- Com o incêndio descobriu-se que os hidrantes e os extintores de incêndio do hospital não estavam funcionando.


- Ana Cristina uma das funcionárias do Hospital do Ipem que trabalha na área de rouparia comentou para o JORNAL IMPARCIAL que o hospital estava em reforma e o incêndio começou no 2º andar na parte de eletro, “Ainda tem muita gente na UTI e uma confirmação de morte, os bombeiros chegaram tão tarde que deu no que deu”, situou a enfermeira.


- Raimunda de Sousa Cândido que estava acompanhando a filha no hospital explicou para o jornal o imparcial que ainda de manhã cedo diversas pessoas sentiram cheiro de gás, mas ninguém se tocou para ver a fundo o que era. “Se alguém tivesse se deslocado para ver o que era esse cheiro estranho nada disso tinha acontecido”, reiterou.

Eis ai os combustíveis que provocaram o incêndio do Hospital Carlos Macieira, provocando sofrimento à população.


As vítimas são muitas, pois para atender os pacientes que estavam no hospital incendiado foram deslocados para outras unidades, que não poderão atender os que chegarão precisando de socorro e morrerão. Atendimentos já foram suspensos em muitas unidades hospitalares.