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quinta-feira, 24 de maio de 2012

DOMINGOS DUTRA TAMBÉM CORRE PERIGO DE A QUALQUER MOMENTO SER VÍTIMA DA PISTOLAGEM QUE REINA NO MARANHÃO.


Prestem atenção nos fatos!!

Quando o caso do assassinato do Jornalista Décio Sá estava andando para o esquecimento, ocorreram estes fatos:

- A Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal sob a Presidência do Deputado Domingos Dutra chegou a São Luís para acompanhar o andamento das investigações do assassinato do jornalista Décio Sá.

- A Comissão foi ignorada pela cúpula do Governo do Estado de maneira desrespeitosa e proposital, a maior parte da imprensa silenciou.

-Apôs investigações preliminares, os membros da Comissão de Direitos Humanos descobriram falhas.

1 - O Retrato falado até hoje não foi divulgado;
2 – A forma de decretação de sigilo foi feita de maneira irregular, que causa suspeição;

3 - a Secretaria de Segurança Pública do Estado não requisitou a cooperação ou auxilio de organismos federais com jurisdição na capital do Estado como a Policia Rodoviária Federal – PRF, Capitania dos Portos, Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, INFRAERO para monitorar todas as rotas de fugas dos executores por vias terrestre, marítima e aérea, providências elementares.

Da mesma forma a cooperação técnica e humana da Policia Federal tem sido pontual e residual, sendo desprezada a experiência profissional e o aparelhamento técnico desta respeitável instituição de investigação.

- Certa de que a cúpula de Segurança do Estado estava fazendo pouco caso em apurar o caso da morte por pistolagem do Jornalista, a Comissão Federal decidiu pedir a federalização do caso.
- Estranhamente, esse Chiquinho Escórcio que sempre esteve a serviço dos Sarney, entra em cena para desviar as atenções sobre as investigações, sobre a execução do jornalista Décio Sá, que era do Sistema Mirante de Comunicação e sabia demais.


- Segundo o blog do Kenard, Foi Chiquinho Escórcio que fez discurso contra Dutra e a deputada Érika.

- Foi Chiquinho Escórcio, que passou dados de uma ação trabalhista movida contra Dutra para três blogueiros maranhenses (só um topou publicar). Kenard foi o único a escrever sobre o episódio.

- a divulgação da ação trabalhista contra Domingos Dutra aconteceu no dia em que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal chegava a São Luís para acompanhar o andamento das investigações do assassinato do jornalista Décio Sá.

Diante destes fatos, qual o interesse do Sr. Chiquinho Escórcio ou de quem ele representa?

Estes fatos colocam o Sr. Chiquinho Escórcio sob suspeita e deverá dar esclarecimentos aos que investigam a morte do jornalista.

Pois quem tenta atrapalhar uma investigação deve ser interrogado acerca do seu interesse.

Ontem (quarta-feira) Domingos Dutra viajou a Genebra para uma reunião da ONU levando em sua bolsa várias denúncias, uma delas é sobre a execução de Décio Sá e os crimes de pistolagem no Maranhão dos Sarney.


Recentemente o Governo da Sra. Roseana Sarney foi contra a abertura de uma CPI para acabar com a pistolagem no Maranhão. Com isto a pistolagem ficou mais fortificada para continuar eliminando quem se põe em seu caminho ou quem contrarie os interesses dos poderosos deste Estado.

As ações do Deputado Domingos Dutra pode revelar os que patrocinam e protegem os crimes de pistolagem no Maranhão. Esses são muito poderosos e por isso corre perigo todos que insistem na elucidação desses crimes, inclusive o Deputado Domingos Dutra que mora em um lugar sem qualquer segurança (Paço do Lumiar).

QUEM É ESSE SR. CHIQUINHO ESCÓRCIO E COM QUEM ELE É ENVOLVIDO?

Veja reportagem de OSWALDO VIVIANI publicada no jornal pequeno:

Triste figura – Chiquinho Escórcio dispensa apresentações. Sua triste figura se destacou em quase todos os episódios que constrangeram o Maranhão nacionalmente nos últimos anos.
Em 2004, o homem que “não escova os dentes sem ordem de José Sarney”, segundo o jornalista Sebastião Nery, trabalhava com o homem de confiança do então ministro José Dirceu (Casa Civil), Waldomiro Diniz, que foi filmado negociando com bicheiros o favorecimento em concorrências, em troca de propinas e contribuições para campanhas eleitorais.

De acordo com Sebastião Nery, “defenestrado José Dirceu da Casa Civil, Sarney levou Escórcio para o Senado, para suas missões impossíveis. E, a fim de não dar muito na vista, em vez de o pôr no próprio gabinete, o instalou no gabinete de Renan Calheiros (PMDB-AL), mas sempre a serviço dele, Sarney”.

Como “assessor” de Renan Calheiros, a “colaboração” de Escórcio foi acrescentar mais um escândalo aos inúmeros dos quais o senador alagoano foi acusado em 2007: a “arapongagem” confessa contra os senadores goianos Demóstenes Torres (DEM) e Marconi Perillo (PSDB), que trabalhavam pela cassação de Renan. Seu plano era instalar câmeras de vídeo em um hangar de táxi aéreo no aeroporto de Goiânia para filmar os embarques e os desembarques de Demóstenes e Marconi. O objetivo era tentar flagrar os senadores em alguma atividade ilegal para depois chantageá-los em troca de apoio, mas plano não foi em frente porque o dono do hangar não concordou em participar da operação.

O bisbilhoteiro Escórcio acabou exonerado do cargo, mas continuou a circular quase diariamente pelos tapetes azuis do Senado, elaborando farsas e garimpando “dossiês” que pudessem ajudar na cassação – consumada em abril passado – do governador Jackson Lago (PDT), que derrotou a filha do seu chefe, nas urnas, em 2006.

Quebra de sigilo profissional – Na área da gestão Jackson mais criticada pelo clã sarneysista – a segurança pública –, a “moralizadora” Roseana Sarney instalou um policial federal acusado por seus próprios pares de “quebra de sigilo profissional”.

Aluísio Guimarães Mendes Filho aparece nos inquéritos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que relataram o modus operandi da “organização criminosa (ORCRIM) chefiada por Fernando Sarney”, como o homem a quem Fernando recorreu quando um de seus colaboradores – Marco Antonio Bogéa – foi acuado por agentes federais ligados à “Operação Boi Barrica” no apartamento do superintendente do Sistema Mirante, em São Paulo, na manhã de 19 de julho de 2008, um sábado.

Bogéa fora encarregado por Fernando Sarney de entregar na capital paulista uma mala, com conteúdo suspeito, pega em Brasília das mãos de Astrogildo Fraguglia Quental, diretor financeiro e de Relações com Investidores da Eletrobrás, indicado para o cargo por José Sarney.

Desesperado com a possibilidade de ser preso, Bogéa ligou para Fernando, que imediatamente acionou Aluísio Guimarães. Veja trechos dos diálogos iniciais (cerca de 9h30) entre Fernando e o policial federal, aos quais o Jornal Pequeno teve acesso:

FERNANDO SARNEY: Se você tem algum colega teu lá [em São Paulo], ele podia ir ver o que está acontecendo.

ALUÍSIO: É isso que eu estou vendo, eu estou ligando para um colega meu agora, está na caixa postal, tem um delegado amigo meu de lá, mas eu não estou conseguindo, eu deixei dois recados agora na caixa postal dele (...). Eu já botei alguém em São Paulo pra ver o que está acontecendo (...)
Um pouco mais tarde, Aluísio informa a Fernando:

ALUÍSIO: Alô?
FERNANDO: A placa, tu não tem ainda?
ALUÍSIO: Bateu, já bateu. É sim. Já bateu, já confirmou. O carro é nosso [da PF] mesmo.
FERNANDO: E você já entrou em contato com alguém?

ALUÍSIO: Eu já fiz, estou tentando com aquele meu amigo, que é a pessoa de confiança que a gente tem pra falar lá, mas me dá mais uma meia hora que ele me atende lá.

Às 11h04, menos de duas horas depois do pedido de SOS de Fernando Sarney, Aluísio Guimarães deu ao empresário o “serviço” todo da “Operação Boi Barrica”:

ALUÍSIO: Oi, deixa eu falar, falei com nosso amigo lá em São Paulo. É... não existe nenhum procedimento em São Paulo relativo a isso, mas existe um pedido de Brasília para que fosse acompanhada essa pessoa [Marco Antônio Bogéa] lá em São Paulo. Mas é acompanhamento e localização, não tem nenhum pedido de busca, apreensão, prisão, nada, tá? (...).
FERNANDO SARNEY: Não sabe também o porquê, né?

ALUÍSIO: Foi um pedido, solicitação de Brasília. Então, em São Paulo não existe nenhum procedimento em andamento sobre isso. Foi uma solicitação de Brasília, para que fosse passado inclusive o número de vôo que ele [Marco Bogéa] foi, viu? Então, já estão acompanhando, mas não tem nenhum procedimento contra ele (...)

FERNANDO: Tá bom, tá...

ALUÍSIO: Ele [o contato de Aluísio na PF de São Paulo] vai ver exatamente o que é que é, e aí vai me passar as informações com maior clareza, tá? Mas em princípio eu falei: ‘Olha, o rapaz [Marco Bogéa] tá doente, põe alguém lá (...) para que não levem ele de maneira oficiosa, né? (...)

FERNANDO – Sim, mas a gente pode ver...
ALUÍSIO: Isso aí, Fernando, a gente só pode ver pessoalmente, eu preciso chegar lá, não dá pra ver isso agora.

FERNANDO: Tá bom, já entendi.
ALUÍSIO: Tá certo (...), inclusive ele [o contato de Aluísio na PF de São Paulo] vai ficar lá aguardando e se tiver algum problema a gente pode acioná-lo, tá bom?

FERNANDO: OK.
ALUÍSIO: No caso de um abuso de autoridade, uma forçada de barra, alguma coisa, aí ele pode interferir, mas por enquanto ele vai ficar colhendo informações pra gente...
FERNANDO: Tá bom.

A PF e o MPF pediram a prisão preventiva de Aluísio Guimarães – que já foi comandante do Grupo Tático Aéreo (GTA) no governo anterior de Roseana Sarney. Argumentou o MPF: “Enquanto a autoridade policial atua no sentido de obter provas, o investigado Aluísio tenta, e efetivamente consegue, com o vazamento de informações sigilosas e privilegiadas, atrapalhar o curso e frustrar o resultado das diligências investigativas”.

‘Eita, porra!’ – Outro “enroscado” nos “grampos” da Polícia Federal a fazer parte do governo Roseana Sarney é seu tio, Ernane César Sarney Costa, nomeado, no último dia 7, chefe da Assessoria de Programas Especiais da Casa Civil.

Conhecido como “Gaguinho”, Ernane Sarney foi flagrado pela PF cobrando “propina” de Gil Jacó Carvalho Santos, diretor financeiro da Gautama, construtora de Zuleido Veras, que operacionalizava um esquema fraudulento em licitações de obras públicas. Gil Jacó foi um dos 61 denunciados em maio de 2008 pelo Ministério Público Federal (MPF) no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ernane Sarney, apesar de ter seu nome citado mais de uma dezena de vezes na agenda de Zuleido (assim como sua sobrinha Roseana), nunca foi indiciado.

A conversa entre Ernane e Gil Jacó – interceptada pela PF com autorização judicial, no bojo da “Operação Navalha” – aconteceu em 2007. Nela, Ernane cobra de Gil Jacó, às vezes de forma agressiva, o pagamento de valores prometidos e não honrados.

Num certo trecho, Ernane diz que está “com a corda no pescoço” e que “o pessoal aqui [no Maranhão] também tá com a corda no pescoço”, dando a entender que não era o único beneficiário do pagamento. “Você disse que ia pagar, rapaz! Já tava tudo na mão, eu não sei o que tá acontecendo. Tão me enrolando”, irrita-se Ernane, em outro momento da conversa.

“Tava na mão, tava na mão [o dinheiro]. Só conversa, rapaz. Eita, porra!”, explode finalmente o tio de Roseana Sarney, para depois exigir de Gil Jacó: “Rapaz, fala com ele. Bota isso em prioridade”. “Ele”, no caso, seria o “chefão” do esquema Gautama, Zuleido Veras.


"Aluísio é um homem leal ao nosso grupo político e um servidor correto do govero Roseana Sarney (PMDB). Demonstra confiança, competência e capacidade para comandar a pasta - afirmou o parlamentar".

AGORA SE PERGUNTE. ESSA GENTE VAI QUERER APURAR ALGUMA COISA SOBRE CORRUPÇÃO E PISTOLOGEM?

3 comentários:

  1. Anônimo25.5.12

    Caramba meu! esse povo é mais perigoso do que eu imaginava.

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  2. deu até medo de continuar aqui...

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  3. Anônimo3.9.14

    Mais conhecido antigamente aqui em Brasília, quando era só um pano de chão do falecido Alexandre Costa, como "Chico Macaco" e fez carreira quebrando a Associação Comercial aqui da cidade.

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